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segunda-feira, 7 de junho de 2010
Sem cartões
Nível técnico baixo, nenhuma jogada verdadeiramente bonita ou empolgante em nenhum dos lados, mas uma coisa foi bacana no Inter x Palmeiras deste domingo: o jogo não teve nenhum cartão. E não foi porque o juiz deixou de dar não, mas porque nenhuma jogada mereceu mesmo. Não me lembro de ter visto outro jogo sem cartões.
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domingo, 6 de junho de 2010
Tempo para sonhar
Graças a Deus o campeonato brasileiro parou e agora teremos tempo para sonhar. Para sonhar com um time guerreiro e valente com a volta do Gladiador e não apático como foi hoje no empate contra o Inter, né, Cleiton Xavier?
Sonhar com a volta do Felipão e do Valdívia. Com a contratação de bons jogadores, com a formação de um time bom de verdade que conquiste muitos títulos.
Espero que, enquanto a gente aqui sonha, a diretoria saiba aproveitar muito bem essa parada para trabalhar muito e dar outra cara ao Palmeiras, para trazer de volta a sua verdadeira cara, imponente.
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Fatos
Fato 1
O Palmeiras precisa de jogadores. Muitos. E realmente bons. Muito bons.
Fato 2
A torcida está farta de eduardos, figueroas, marquinhos, brunos paulos e paulos henriques.
Fato 3
Time que entra pra empatar perde em 90% das vezes (estatística empírica minha).
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domingo, 16 de maio de 2010
Show de horror
E foi só aos 44 minutos do primeiro tempo que o Palmeiras mandou sua primeira bola em direção ao gol vascaíno no jogo deste domingo (em direção ao gol, maneira de dizer, porque o chute de Marcos Assunção passou bem longe). Sim, o time conseguiu a proeza de ficar 43 minutos sem mandar uma bolinha sequer ao gol adversário. Nem um chute fraquinho e sem direção que fosse, nem uma cabeçada xoxa, nem uma bola de barriga, de canela, nadinha. O goleiro vascaíno poderia ter passado o primeiro tempo no vestiário que não faria falta alguma ao seu time.
Por que? Ora, o Antonio Carlos armou o time com três volantes, segurou o Vitor, aquele que era o melhor lateral brasileiro e tal, como um zagueiro lá atrás. Na ausência do Lincoln o dublê de técnico nem pensou em escalar Ivo ou Joãozinho (aliás, o que Antonio Carlos tem contra a garotada do Palmeiras? Ele sequer relaciona para os jogos o bom lateral Gabriel Silva ou os prata da casa Souza, Gualberto e Joãozinho).
E tome o time recuado, e tome erros na saída de bola e tome sufoco. E se não tomou gol nesse primeiro tempo não foi porque esse sistema defensivo esteve irrepreensível, mas porque a pontaria do Vasco não estava nada boa. Oportunidades não faltaram.
O lance emblemático desse primeiro tempo foi uma trombada que Cleiton Xavier deu no Marcos, tirando o capitão da jogada.
No segundo tempo pouco mudou. Na verdade, o Palmeiras em nada mudou, o Vasco é que piorou. Poucas vezes na vida vi um jogo de futebol tão ruim, tão cheio de cenas dignas de entrarem naqueles clipes de patetadas do futebol, como o atacante do Vasco que mandou para lateral um chute a gol.
Difícil acreditar que era uma partida de profissionais, de dois times da série A do campeonato brasileiro, de dois times tão cheios de tradição. Na rua Javari vi jogos melhores. Certamente na várzea também são melhores.
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sexta-feira, 7 de maio de 2010
Vai começar o Brasileirão. E daí?
Amanhã, dia 8, começa o campeonato brasileiro. Às 18h30 tem Palmeiras x Vitória no Palestra Itália. Mas cadê ânimo pra ver esse jogo? Cadê ânimo de encarar esse campeonato? Que perspectivas esse time do Palmeiras comandado pelo Antonio Carlos Zago pode dar ao torcedor? Que contratações fará a diretoria? Mais um Ewerton? Mais um Robert? Mais um Eduardo? Outro Marcio Araújo? Figueroa? Qual será o próximo jogador a cair de rendimento, a não querer mais jogar no Palmeiras e a se desentender com a torcida? Cleiton Xavier? Pierre? Lincoln? Vamos disputar uma vaga na Sul-Americana ou vamos lutar pra não cair?
Ou será que Belluzzo, Seraphin del Grande, Gilberto Cipullo e quem mais pode fazer alguma coisa vão acordar, vão se lembrar da grandeza da Sociedade Esportiva Palmeiras e vão se mexer para que o time volte a ocupar o lugar que merece no nosso futebol?
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Palpites
No dia 10 de maio, quando começou o campeonato brasileiro, eu dei os meus palpites para candidatos ao título e rebaixados. Como sempre, alguns bons acertos, umas bolas na trave e algumas furadas homéricas.
Meus candidatos ao título eram Palmeiras, São Paulo, Cruzeiro, Inter e Corinthians. Até que não fui tão mal, afinal, realmente Inter, São Paulo, Cruzeiro e Palmeiras ficaram entre os cinco primeiros. Só deixei o campeão Flamengo fora da lista e incluí, enganadamente, o Cortinthians, que não teve o menor interesse por este Brasileirão.
Os candidatos ao rebaixamento foram Grêmio Barueri, Avaí, Náutico, Santo André e Atlético Mineiro. Coloquei o Atlético (MG) nessa lista considerando que todo ano vinha caindo um grande e que este deveria ser o ano de caída de um grande pela segunda vez. Errei isso também, este ano não caiu nenhum grande. Dos meus cinco candidatos, dois realmente cairam. Mas os outros três não correram risco nenhum, fui mal.
E na minha lista dos que iriam dar muito trabalho estavam Grêmio, Flamengo, Fluminense, Sport e Santos. Mais bolas fora... a não ser pelo Flamengo, que deu tanto trabalho que acabou ficando com o título.
Erros pra cá, acertos pra lá, acho que deu pra passar de ano.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Comparação inevitável
Acabo de ouvir na rádio Bandeirantes: quando o Andrade assumiu, o Flamengo estava na 14ª colocação no campeonato. Seu salário: vinte mil reais.
E daí eu penso: quando o Muricy assumiu, o Palmeiras estava a uma vitória da liderança. Seu salário: algo em torno de quatrocento mil reais.
Sério que tem gente que acha que vale?
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domingo, 6 de dezembro de 2009
Vexame final
E o Palmeiras fechou com "chave de ouro" a sua participação no Brasileirão 2009: perdeu de 2 x 1 para o Botafogo no Engenhão e ficou em 5º lugar, fora da Libertadores. Na verdade, uma coisa que eu vinha me perguntando ultimamente é pra que se classificar para a Libertadores com esse time? Para passar mais vergonha? Para pipocar mais? Para fazer o torcedor passar mais raiva?
O time hoje foi medíocre como vem sendo recentemente. Mas o Muricy exagerou. As mexidas dele no time foram coisa de amador. Eu me pergunto se ele realmente teve alguma participação nos títulos do São Paulo ou se o grupo é que era bom mesmo e com qualquer um lá teria ganho.
Ele armou o time direitinho, pra jogar ofensiva e criativamente, com Cleiton Xavier e Deivid Sacconi no meio campo e Diego Souza à frente, ao lado do Vagner Love. O primeiro tempo terminou 0 x 0. Daí o gênio volta com o time mudado para o segundo tempo. Achou que já era hora de segurar o empate, que estava bom demais. Como o Inter ganhava fácil do Santo André, o título tinha virado pó mesmo e o que restava era a classificação para a Libertadores. E o melhor técnico do Brasil resolve segurar o jogo já no início do segundo tempo. Então tirou o Deivid Sacconi para colocar mais um volante, Sandro Silva. Resultado: Botafogo fez 1 x 0. Daí, o que faz o luminar? Tira um zagueiro para colocar um atacante! Gênio! Rinus Mitchel, no túmulo, deve ter se perguntado por que não fez esse tipo de alteração na Holanda em 74, porque aí o título teria sido garantido.
O Palmeiras teve o que mereceu pelo o que jogou nos últimos dois meses no campeonato brasileiro. A diretoria teve a melhor das intenções e fez o que pôde. Acordou com o parceiro a permanência de Diego Souza e Cleiton Xavier, contratou o melhor técnico do Brasil, trouxe de volta o atacante que até outro dia era convocado pela seleção. Mas não contava com as contusões de Pierre, de Cleiton Xavier e de Maurício Ramos; com as pipocadas de Diego Souza; com a inutilidade de Vagner Love; com o racha do elenco; com as brilhantes mexidas do técnico no time.
Por mim, agora, faria uma limpa geral. Deixaria só uns 2 ou 3 além do Marcos. Não adianta uma base rachada. Não adianta uma base com jogadores que não mostraram a que vieram. Não adianta um monte de jogador mais ou menos.
Enfim, vamos deixar tudo isso pra trás pra poder começar 2010 com um mínimo de esperança e dignidade.
O time hoje foi medíocre como vem sendo recentemente. Mas o Muricy exagerou. As mexidas dele no time foram coisa de amador. Eu me pergunto se ele realmente teve alguma participação nos títulos do São Paulo ou se o grupo é que era bom mesmo e com qualquer um lá teria ganho.
Ele armou o time direitinho, pra jogar ofensiva e criativamente, com Cleiton Xavier e Deivid Sacconi no meio campo e Diego Souza à frente, ao lado do Vagner Love. O primeiro tempo terminou 0 x 0. Daí o gênio volta com o time mudado para o segundo tempo. Achou que já era hora de segurar o empate, que estava bom demais. Como o Inter ganhava fácil do Santo André, o título tinha virado pó mesmo e o que restava era a classificação para a Libertadores. E o melhor técnico do Brasil resolve segurar o jogo já no início do segundo tempo. Então tirou o Deivid Sacconi para colocar mais um volante, Sandro Silva. Resultado: Botafogo fez 1 x 0. Daí, o que faz o luminar? Tira um zagueiro para colocar um atacante! Gênio! Rinus Mitchel, no túmulo, deve ter se perguntado por que não fez esse tipo de alteração na Holanda em 74, porque aí o título teria sido garantido.
O Palmeiras teve o que mereceu pelo o que jogou nos últimos dois meses no campeonato brasileiro. A diretoria teve a melhor das intenções e fez o que pôde. Acordou com o parceiro a permanência de Diego Souza e Cleiton Xavier, contratou o melhor técnico do Brasil, trouxe de volta o atacante que até outro dia era convocado pela seleção. Mas não contava com as contusões de Pierre, de Cleiton Xavier e de Maurício Ramos; com as pipocadas de Diego Souza; com a inutilidade de Vagner Love; com o racha do elenco; com as brilhantes mexidas do técnico no time.
Por mim, agora, faria uma limpa geral. Deixaria só uns 2 ou 3 além do Marcos. Não adianta uma base rachada. Não adianta uma base com jogadores que não mostraram a que vieram. Não adianta um monte de jogador mais ou menos.
Enfim, vamos deixar tudo isso pra trás pra poder começar 2010 com um mínimo de esperança e dignidade.
domingo, 29 de novembro de 2009
Golaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaço!!!!
Tá, o Palmeiras pode não ser campeão, mas é dele - de Diego Souza - o gol mais sensacional do campeonato. E isso eu afirmo sem medo antes da última rodada. Esse gol ninguém vai superar.
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Tá acabando
Do jeito que o Palmeiras já tinha ido pro fundo do poço, eu acreditava sim na vitória contra o Atlético (MG). Até porque acabou a pressão de ser campeão. E acreditava também no Goiás contra o São Paulo. Só que acreditava também que o Sport e o time da zona leste arrancariam pelo menos um empatezinho de Inter e Flamengo, respectivamente.
Ah, se tivessem jogado pelo menos uma outra partida como jogaram hoje... uma vitoriazinha contra Santo André ou Náutico ou Sport ou Fluminense e a história seria bem outra. Estava tão fácil...
Agora será preciso muito esforço de San Gennaro, San Vito, Nossa Senhora Achiropita, Nossa Senhora Casaluce, além do São Marcos, é claro, para que o milagre aconteça. Mas de santo é bom não duvidar...
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Sonhando demais?
Ser torcedor é acreditar. E eu ainda acredito! Pode ser difícil, mas não é impossível. Ainda mais neste campeonato, em que o inacreditável tem sido muito mais frequente que o razoável. Ou alguém acreditaria que o Palmeiras no segundo turno não ganharia de nenhum dos clubes da zona de rebaixamento? Ou que o Fluminense ganharia cinco partidas seguidas?
Portanto, eu acredito que o Palmeiras ganha do Atlético (MG) e do Botafogo, que o São Paulo perde do Goiás, que o Flamengo perde do Corinthians e que o Inter empata com o Sport.
P.S.: Mesmo isso acontecendo, continuam valendo as broncas e as decepções com o time. Mas isso é conversa para outra hora.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Santo de casa pode fazer milagre sim
O Palmeiras perdeu a liderança do Brasileirão, caiu para terceiro lugar, atrás de São Paulo e Flamengo. Flamengo que vem jogando muito bem, ganhou do próprio Palmeiras, e subindo vertiginosamente na tabela.
Ontem, ao sair de campo, em entrevista para Band, Adriano foi perguntado se o time estava "correndo pelo Andrade". O Imperador respondeu que sim, que Andrade é um cara sensacional, muito humilde e que o time corre por ele também.
Andrade, o ex-jogador do Flamengo sem grandes experiências como técnico, está levando o time para cada vez mais perto do título.
Essa resposta do Adriano e o perfil do Andrade não fazem lembrar outro ex-jogador sem grande experiência como técnico, mas que estava fazendo seu time jogar muito?
Pois é... nem sempre a grande estrela, o mais caro é a melhor solução. Às vezes a melhor solução está mesmo dentro de casa.
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Freguês dos rebaixados
Depois do Palmeiras só ganhar 1 dos 12 pontos disputados contra os times da zona de rebaixamento - Santo André, Náutico, Fluminense e Sport -, entre outros desempenhos não mais empolgantes, acho que o presidente Belluzzo deveria ter em relação ao elenco e ao técnico palmeirenses a mesma indignação que teve com o Simon. Afinal, diferentemente do Simon, os jogadores e o técnico são funcionários, recebem para trabalhar e estão prejudicando o clube mais que o Simon.
Está claro que o elenco está rachado, que tem jogador que não está se empenhando. Não precisaria nem ter ouvido as declarações do Marcos para concluir isso. Basta olhar o time em campo. Diego Souza desapareceu, desde que foi convocado para a seleção nunca mais jogou. Vagner Love parece só se preocupar com suas tranças.
Ontem, no segundo gol do Sport, achei que se o Marcos não tivesse saído, talvez não tivesse tomado o gol. Mas comecei a reparar que ele está saindo desesperado em todas as bolas, até em cima de seus zagueiros. Isso mostra uma total falta de confiança na zaga.
O pior do Palmeiras não conquistar o título mais fácil da história é o Marcos ficar mais uma vez sem um título brasileiro. Ele merece muito ser campeão brasileiro. Ainda que a torcida reconheça todo o seu valor mesmo sem esse título.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Caro Muricy,
Você ainda não conseguiu dar uma cara de campeão ao Palmeiras. Aliás, na verdade, você não conseguiu dar cara nenhuma ainda ao Palmeiras. E o grande problema é que só faltam 4 rodadas para o fim do campeonato e agora o Palmeiras não depende mais só dele: ainda que vença todos os jogos que faltam, é preciso contar com um vacilo do seu São Paulo para que consiga o título.
Era pra gente estar colocando a segunda mão na taça a esta altura do campeonato, mas o time perdeu, perdeu, perdeu, empatou, perdeu de novo. Nos últimos sete jogos, só ganhou do Goiás, em noite brilhante do Obina, aquele que você sempre substitui, e em noite que Vagner Love não jogou, aquele que você insiste em deixar em campo, mesmo quando não está jogando nada, nada, nada, como hoje.
Você diz sentir a ausência do Cleiton Xavier em campo, mas não pensa em colocar outro jogador que possa assumir a sua função em campo, como o Deyvid Sacconi, prefere jogar com três zagueiros, com o Marcão fazendo a gente quase morrer de enfarte. Você diz que deixa o Love em campo porque ele é um jogador veloz, mas não aposta na velocidade do Lenny.
Você só faz alguma substituição quando o time já está perdendo. E normalmente troca seis por meia dúzia. Sabe, eu não consigo entender porque você é considerado um técnico tão bom se não sabe substituir.
Hoje nós fomos escandalosamente roubados. O que o Simon fez não se faz com ninguém. E claro que aquele gol do Obina - veja bem, o gol foi do Obina, não foi do Vagner Love - poderia ter mudado completamente a história do jogo. Mas sejamos sinceros, o Palmeiras não fez por merecer um resultado diferente da derrota. Quem assiste principalmente ao segundo tempo sabendo apenas que estavam em campo um time candidato ao título e outro que luta para não cair, ia ter certeza de que o que luta para não cair, porque está jogando um futebolzinho muito ruim, é o Palmeiras.
A coisa tá feia, Muricy, e o pior é que não tá com cara de que vá melhorar. Mas eu tenho uma sugestão para você. Amanhã bem cedo você liga para o clube, avisa que não está bem de saúde e que está indo para o hospital. Você deve ter algum amigo médico que vai lhe quebrar esse galho. Ele vai dizer que você precisa ficar internado para exames, que o quadro está complicado e tal. Nisso, seu assistente Jorginho terá que assumir o time com interino. E seu amigo médico levará essa internação até o fim do campeonato. E o Jorginho fica como interino. Aí o Palmeiras terá uma chance real de reverter essa situação e chegar ao título. Você levará seus créditos, entrará para a história como técnico tetracampeão, a gente finge que acredita que foi mesmo você que levou o Palmeiras ao título e no fim do ano você pede pra ir embora, alega que está muito cansado, que a doença o debilitou. Assim, a gente fica com chances de disputar de verdade a Libertadores.
Muricy, o que era fácil se tornou um milagre. E você agora precisa desse milagre pra justificar a sua contratação e o seu salário. Porque pra tirar o Obina pra colocar o Robert e deixar o Vagner Love em campo não precisa ganhar nem 1% do que você ganha.
Agora, por favor, aproveita e manda um recado meu pros jogadores. A Band transmitiu aquele momento do "grito de guerra" ali no túnel, momentos antes de entrar em campo, quando palavras de ordem e chavões são urrados pelos jogadores. O Fluminense não fez nada disso, entrou em campo e ganhou. Fica até chato fazer todo esse teatro e não corresponder em campo. Porque nossos principais jogadores não estão correspondendo. Diego Souza só tenta cavar falta. Ele não vai para a jogada, ele fica esperando a falta chegar, é irritante. Vagner Love não domina uma bola, não acerta um passe, não dá um chute a gol. Acho que desaprendeu totalmente a jogar na Rússia. Chega a ser cômico imaginar que ele queria uma vaga na seleção. Se desse para a bola a atenção que dá para as tranças talvez tivéssemos melhor resultado em campo. A melhor coisa do jogo de hoje foi ele ter tomado o terceiro amarelo.
Muito se falou nesse campeonato. Pouco tem sido feito. E agora não há mais tempo para nada, é ganhar ou ganhar.
Volta, Jorginho! Volta, Valdívia!
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Deixando muito a desejar
Eu andava quieta, sem muita inspiração para escrever aqui, mas agora foi demais.
Um ponto ganho em 12 disputados. Isso é campanha de campeão? Isso é trabalho de técnico de primeira linha, recebedor de centenas de milhares de reais mensais? Isso é digno de jogador de seleção? De estrela que volta pro Brasil cheio de badalação?
O que acontece com o Palmeiras? Como o time se perdeu tanto? Tempos atrás, acho que nem foi neste ano, certamente quando ainda era dirigido pelo Luxemburgo, eu disse que o Palmeiras tinha se tornado um time com medo de vencer. Parece que isso voltou. Hoje o time estava louquinho pra fazer um gol contra. Tanto que tomou um gol humilhante. Sim, aquele segundo gol foi humilhante.
Os verdadeiros bastidores de um time são impenetráveis, não dá pra saber o que desestabilizou tanto assim o time, mas o que a gente vê em campo é desanimador. Mediocridade pra tudo quanto é lado. A começar pelo técnico. No jogo contra o Flamengo, aos 40 do segundo tempo, quando já perdia por 2 x 0, o Muricy me tira o Souza e coloca o Marquinhos. Alguém pode me explicar o que pretende um técnico cujo time perde de 2 x 0 desde os 17 do segundo tempo ao fazer uma subsituição faltando cinco minutos pra terminar o jogo? Mas hoje ele fez uma grande substituição, daquelas típicas de dar nó tático no adversário: tirou um atacante e colocou outro. Isso também no segundo tempo, quando também já perdia o jogo.
Quando foi contratado, eu falei que achava que o Muricy não valia o que lhe pagavam, que era muito mais negócio ficar com o Jorginho. Ele está provando que eu tinha razão. Para fazer um em 12 pontos disputados na reta final do campeonato, o Jorginho também faria. Ou a minha mãe, que pelo menos é palmeirense de verdade. Ah, dizem uns, mas técnico não erra passe, não chuta a bola pra fora. É? Então também não acerta passe, não dribla e não faz gol e não merece ganhar uma pequena fortuna por mês.
Essa questão dos salários realmente me irrita muito. Assim como o fato dos jogadores adorarem ressaltar que são "profissionais". Em qualquer empresa, profissional que não corresponde é mandado embora. Ainda mais se receber um salário milionário. Mas com eles nada acontece. São convocados para a seleção, são valorizados, assinam um contrato bilionário com algum time da Ucrânia, da Arábia ou de qualquer outro país cheio de tradição futebolística e adeus para o time onde ele estava e que ficou sem o título. Ele garantiu a sua parte.
Gostaria muito de ver o Muricy ter a hombridade de assumir que não está valendo o que ganha, pegar seu bonezinho tricolor e ir de volta para o seu Morumbi querido.
Mais que isso, gostaria muito de ver um time formado só por Marcos, jogadores que tivessem - não vou pedir amor - mas pelo menos respeito verdadeiro pelo time em que jogam, pela torcida que paga pelo menos 40 reais para vê-los em campo.
Hoje eu tive muita raiva. Tive raiva da passividade do Muricy, da incompetência dos jogadores, do fato do Palmeiras estar se apequenando e, principalmente, de não conseguir viver sem futebol. Porque a esta altura do campeonato, eu queria apenas esquecer que futebol existe. Mas não tem jeito, quem sofre desse mal não se livra dele nunca.
Os discursos antes deste jogo foram cheios de garganteios. Mas em campo nada correspondeu ao que foi dito. Espero que agora não digam mais nada, mas joguem.
Matematicamente ainda podemos chegar ao título. E, claro que se isso acontecer, eu vou comemorar demais. Mas! Sim, há um mas. Esta mágoa e esta crítica não serão apagadas e a desconfiança em relação à Libertadores será ainda maior.
Pra terminar: que horror que é esse Figueroa!
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Que falta que Pierre e Diego Souza fazem!
O Palestra Itália conseguiu uma bela e importante vitória ontem. Ao vencer o Inter em Porto Alegre, o Palestra mineiro deu uma baita ajuda ao Palestra de São Paulo. Por que este, jogou muito mal, jogou fora a chance de abrir uma vantagem maior sobre o segundo e o terceiro colocados que estão ali, muito pertinho na sua cola e mostrou que eu tinha razão na sexta-feira, quando falei que o Palmeiras não tem elenco.
Sem Pierre e sem Diego Souza o Palmeiras mais parecia um time que estava brigando para não cair. Talvez um time que brigasse sim pela liderança, mas da série B e não da série A. Foi uma tarde horrível em Salvador. Obina se machucou ainda no primeiro tempo forçando uma substituição prematura. Nada deu certo. Até o Marcos falhou. E só para me contrariar o Muricy escalou três atacantes. Mas quando já era tarde demais.
Muricy, aliás, ainda não mostrou no Palmeiras porque é considerado um técnico de primeira linha.
Vagner Love devia se preocupar menos com as trancinhas e mais com o seu futebol. Não ganhou uma dividida e não mostrou nenhum perigo ao goleiro adversário, a não ser quando estava em impedimento.
Claro que perder para o Vitória em Salvador pode ser considerado um tropeço natural. Não é isso que me preocupa, a derrota em si. Mas o fraco futebol que o time apresentou ontem. Para manter a liderança e chegar ao título tem que melhorar muito. Abre o olho, Muricy.
domingo, 30 de agosto de 2009
Não foi bom. Mas podia ter sido pior.
Assim como no primeiro turno, o clássico contra o São Paulo terminou 0 x 0. No Palmeiras, quatro destaques. Marcos, como sempre, que fez meia dúzia de defesas importantes e difíceis; Edmílson, absolutamente seguro; Armero, que se movimentou sem parar e foi o único a dar um caráter mais ofensivo ao time; e, por fim, a nulidade do ataque. O Palmeiras não tem mostrado força ofensiva alguma. Hoje Rogério fez apenas duas defesas, uma num chute (ou teria sido num cruzamento?) do Wendel, outra num chute do Armero, ambas no segundo tempo.
Espero que a postura ofensiva palmeirense mude agora com a chegada do Vagner Love. Se não estiver mascarado demais, vai ser um grande reforço para o time.
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Assino embaixo
Acorda, Muricy. Seja você mesmo...
Escrito por Cosme Rímoli
Há uma apatia estranha em Muricy Ramalho.
Ele perdeu a primeira partida comandando o Palmeiras, ontem, em Curitiba.
Em um pênalti inexistente no final do jogo.
Condição mais do que clara para ele poder xingar, prostestar, subir nas cadeiras, mostrar indignação.
Liderança do Brasileiro mais do que ameaçada.
O treinador não se sentiu nem à vontade para enfrentar cara a cara os questionamentos.
Enfrentar no seu estilo mal criado.
Alguns fatores estão fazendo Muricy Ramalho se sentir um estrangeiro no Palmeiras.
O principal, a relação com a Traffic.
O treinador já pediu um atacante mais efetivo, com potencial de Seleção Brasileira.
Só que para isso, os patrocinadores rebateram.
Mostraram que talvez seja difícil segurar Diego Souza e Cleiton Xavier.
E aí?
Que postura o treinador precisa tomar?
Revelar que fará uma novena para agosto acabar e a janela de transferência fechar?
No São Paulo tudo era mais direto.
Mais simples.
Bastava conversar com os dirigentes do clube e ponto final.
No Palmeiras existem os comandantes do clube e os parceiros financeiros.
Reuniões, análises de gastos dos dois lados.
Dívida do clube.
A necessidade de lucro da Traffic.
A investidora colocou jogadores para valorizá-los e vendê-los.
Não escondeu de ninguém.
Muricy precisa parar de tatear no escuro.
Se posicionar como treinador de elite.
Que os dirigentes do Palmeiras imploraram para contratar.
Ele não é mais um auxiliar que precisa agradecer a chance de comandar um grande clube.
Esquecer que tanto tempo considerou o Palmeiras rival, inimigo.
Deixar para trás que tantas vezes se alegrou com as derrotas do time de verde.
Agora o agasalho verde quem veste é ele.
Muricy tem de se impor.
Gritar, cobrar, dar socos na mesa.
Não só com jornalistas.
Mas com quem tem poder para lhe oferecer melhores condições de trabalho.
A janela não precisa ser vista com medo.
Pode ser analisada com alegria.
É a chance de o Palmeiras contratar, buscar quem Muricy precisa.
Já passou da hora de Muricy ser Muricy.
Não foi esse treinador apático, constrangido, por quem Belluzzo tanto suspirou.
E que pagou o que não podia para ter comandando o Palmeiras...
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quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Será que vai?
Os mais otimistas, como a minha mãe, dizem que o juiz prejudicou o Palmeiras ontem contra o Coritiba, no Couto Pereira. Os mais críticos, como eu, dizem que se o time estivesse ganhando por uma bela vantagem, o gol de pênalti no fim não faria diferença. Mas o time pouco chuta contra a meta adversária e, assim, fica difícil fazer gol.
Em seis jogos sob o comando de Muricy o Palmeiras não fez mais de um gol em nenhuma partida. Ganhou dois, empatou três e perdeu um. Sendo que quatro desses adversário lutam para não cair e os outros dois (dois dos empates) estão ali na briga pelo título.
É uma campanha bastante fraca para quem chegou com todo o status e badalação que o Muricy chegou. Não é uma campanha de campeão. Claro que ainda há tempo para reverter isso, mas estamos perdendo pontos preciosos e vendo os adversários se aproximarem.
Agora, na sequência, temos Inter e São Paulo. Os dois ex-times do técnico. É a grande chance do Muricy dizer a que veio.
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domingo, 16 de agosto de 2009
Joguinho
Ontem fui com a minha mãe ao Palestra Itália para ver Palmeiras x Botafogo. Vimos um belo espetáculo da torcida e um joguinho bem feio (empate por 1 x 1 com o Botafogo saindo na frente). Incrível como são cada vez mais raras as belas jogadas pelos nossos gramados e cada vez mais frequentes os chutões e a bola alta, que vai pra lá e pra cá, sem parar em pé nenhum. O que me faz lembrar um suposto e lendário diálogo entre um técnico - não sei se era o Neném Prancha, mas é bem provável - e um jogador:
- Meu filho, a bola é feita de quê?
- De couro, professor.
- E o couro vem de onde?
- Da vaca, professor.
- E vaca come o quê?
- Grama, professor.
- Então, meu filho, bota a bola no chão, que é de grama que ela gosta!
Mas voltando ao Palmeiras, pode ser que ele ganhe o título e mude tudo, mas até agora o Muricy não convenceu. O time não troca passes, não arma jogadas, não tem um padrão de jogo.
Algumas coisas que eu observei ontem no Palestra Itália:
1) Pode até ter dado certo contra o Corinthians, mas eu não gosto de time com três volantes.
2) Prefiro o Diego Souza vindo de trás, ali na frente ele não rende tanto.
3) Nunca imaginei que fosse dizer isso um dia, mas o Obina fez falta.
4) O Palmeiras fica contratando 408 atacantes, mas não tem opções nas laterais e nem no meio de campo. Marcou bem o Cleiton Xavier e o Diego Souza, acabou o time.
5) Parece que o rendimento desses dois caiu depois que a diretoria anunciou que ninguém ia sair do time até o fim do ano.
Precisa melhorar bastante para chegar ao título e não ser, mais uma vez, apenas um fogo de palha.
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