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sábado, 3 de julho de 2010

Recuperando o tempo perdido

Que bom que estamos livres do Dunga, sua agressividade, sua teimosia, sua insistência em ignorar o talento. Aconteceu o mais que previsto. Com ele não poderia ser diferente. E foi emblemático, com a agressão e a expulsão de Felipe Melo.

Que venha um técnico que me faça vibrar de novo com a seleção. É esquisito assistir a uma Copa sem torcer pelo Brasil.

Bem, e de quebra estamos livres também dos irritantes comerciais ufanistas, principalmente daquele guerreiro, horroroso, a cara do Dunga também.

Pena que não deu pra Gana. Torci muito, mas o Gyan sentiu o peso na hora de bater o pênalti.

Alemanha brilhante, tá dando gosto de ver. Acabou com a Argentina, que vinha jogando um futebol ofensivo, mas hoje mal viu a cor da bola. Desde a primeira fase cravei a Alemanha como minha favorita para o título. E estou torcendo muito por isso.

Espanha suou muito para ganhar do Paraguai, acho que não passa pela Alemanha. Mas o Paraguai, que já tinha feito uma boa campanha nas eliminatórias, saiu de maneira muito honrosa dessa Copa.

Acho que a final vai ser européia. E que a Holanda vai ser tri-vice. E que o Klose pelo menos alcança o Ronaldo.

E nenhum dos craques badalados - Kaká, Messi, Cristiano Ronaldo, Rooney, Drogba - chegou à semifinal. Aliás, nenhum brilhou. Kaká, Messi e Rooney sequer marcaram um golzinho. Essa Copa foi carente mesmo de grandes craques, de jogadores carismáticos.

domingo, 13 de junho de 2010

Felipão voltou!!

Parabéns, Belluzzo! Parabéns, Cippullo! Felipão está de volta ao Verdão. Tenho certeza que ele vem para mais uma rima, vem para ser campeão.

São os sonhos começando a se tornar realidade. E como a diretoria está nos acostumando mal com essas voltas, que venha o Valdívia!!

Além da indiscutível qualidade técnica, Kléber, Felipão e Valdívia (por que não já incluí-lo nesta lista?) têm uma enorme identificação com o Palmeiras. E isso é fundamental, estava nos fazendo falta.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

O Gladiador voltou

Confessou que quando chegou ao Palmeiras o Kleber não me conquistou logo de cara. Eu não lembrava jogando pelo São Paulo e não acompanho o futebol da Ucrânia, mas esse passado sãopaulino me incomodava. Mas aos poucos ele foi me conquistando, com seu futebol e com sua identificação com o Palmeiras.

E ele quase me levou às lágrimas na Libertadores do ano passado quando o Palmeiras foi eliminado e o Cruzeiro eliminou o São Paulo. Kléber então declarou que aquela vitória cruzeirense era dedicada também aos palmeirenses, para amenizar um pouco a sua dor. Aquilo foi demais. Ali ele mostrou que se transferiu para o Cruzeiro mas deixou definitivamente o coração no Palestra Itália.

Agora ele volta para o lugar de onde nunca deveria ter saído, como ele mesmo disse. E voltou com uma festa - mais que merecida - que eu não me lembro de ter visto em outra apresentação no Palmeiras. Que seja o prenúncio de novos e muito bons tempos. Eu acredito nisso.

Parabéns, presidente Belluzo, essa negociação foi de mestre.

Voltou a Fiat também, com um patrocínio muito melhor para o Palmeiras que o da Samsung e de uma marca muito mais identificada com o Palmeiras. Ótimo.

E que venham agora Felipão, Valdívia e mais reforços. Eu acredito nisso também.

O campeonato brasileiro será totalmente outro depois da Copa. Scoppia Palestra che la vittoria è nostra!!

sábado, 5 de junho de 2010

Sem fundamento

Acabo de ler no Lance! que hoje pela manhã o Palmeiras treinou cobrança de pênaltis para acabar com a nhaca que nos fez perder sete das últimas nove penalidades máximas que cobramos.

Muito bem. Só que lá pelas tantas o texto diz que Ivo desperdiçou metade das seis penalidades que cobrou. Seis. Ora bolas, quem em sã consciência acredita que cobrar seis pênaltis consiste em um treino sério desse fundamento? Tem que treinar batendo 20, 30, 50 vezes.

Dá pra perceber que treino de fundamento foi deixado de lado no futebol brasileiro. Não é à toa o altíssimo número de passes errados em cada jogo. Não é à toa que não temos mais um exímio cobrador de faltas por aqui, daqueles que o adversário já se descabela quando há uma falta perto da área.

Não tem mágica, não tem sujeito abençoado por Deus. Pra ser bom na cobrança de escanteio, nos pênaltis, na cobrança de falta, no passe, no lançamento só tem um jeito: treinar. E muito. Não são seis cobrançazinhas que vão fazer diferença.

Vale a pena reproduzir aqui trecho da entrevista que Jorginho Putinatti deu a Vicente Criscio no site Terceira Via Verdão: "Ele [Telê Santana] me obrigava a treinar bater escanteio. Ele fazia assim: colocava a bola um metro prá trás da linha de fundo e me fazia bater o escanteio. Quando eu começava a acertar ele fazia a bola vir mais prá trás. E assim ia."

Será que alguém faz alguma coisa parecida com isso hoje em dia? Duvido. Será que tem alguém que bata escanteio tão bem quanto o Jorginho? Duvido.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Diego de volta?

Começam a sair na imprensa notícias de que o elenco palmeirense estaria pedindo a reintegração de Diego. Que ele não conseguiu se transferir para nenhum clube, é fato.

Se Diego Souza percebeu que não é só o Palmeiras que precisa dele, mas que ele também precisa do Palmeiras; se está disposto a ter uma postura humilde e falar com a torcida; se aproveitou esse tempo para perceber que seu futebol realmente andava abaixo do que ele mesmo já jogou; se está disposto a jogar tudo o que sabe pelo Palmeiras, que volte e seja bem vindo.

Humildade nada tem a ver com humilhação. Quem tem uma postura humilde não se humilha, ao contrário, se engrandece.

Mas a postura tem que ser essa. Assim, ele voltará a ser o "chapa quente" do Palestra, poderá até (re)conquistar seu lugar de ídolo. Mas se for para voltar só por falta de opção, encarando o Palmeiras como um "tapa buraco", aí é melhor continuar afastado.

O Diego voltar pode ser ótimo ou pode ser péssimo. Depende dele e de como a torcida vai recebê-lo.

Se ele voltar num boa, vai ser uma baita "contratação" para o time. Torço por isso.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Ou dá ou desce!

Não aguento mais tanta especulação sobre uma possível volta do Kleber Gladiador para o Palmeiras. É lógico que eu não vejo a hora que isso seja verdade, mas os fatos inconclusivos (e suas consequentes notícias) sobre essa negociação já deram o que tinham de dar.

Numa hora o Kleber já está praticamente treinando no CT da Barra Funda. Horas depois não há mais a menor chance dele voltar.

Chega! Está na hora da diretoria concluir essa história. De um jeito ou de outro. Essas especulações não fazem nada bem ao time, à torcida, à imagem do Palmeiras.

Basta a palhaçada com a "contratação" do Candinho, eterno técnico da Portuguesa, para o cargo de gerente de futebol.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Arrã...

Acabo de ler no site do Palmeiras que durante o treino de hoje Diego Souza sentiu uma fisgada no músculo adutor da coxa direita e foi cortado para o jogo de quarta, pela Copa do Brasil, contra o Atlético Goianiense.

Fisgada na coxa? Sei...

Seria mais honroso para ele, se não está feliz, pedir as contas e ir embora. Mas, infelizmente, poucos jogadores atualmente têm atitudes honrosas.

domingo, 2 de maio de 2010

Meu time dos sonhos

Outro dia estava pensando nos meus ídolos. Não naqueles da história do Palmeiras e sim aqueles que vi jogar. E cheguei à conclusão que o maior deles, não só pelo desempenho técnico, pelo o que conquistou pelo Palmeiras, mas pelo o que representa, é mesmo o Marcos.

Mas ali, bem pertinho dele, estão outros dois: Evair e Edmundo.

Bom, daí para eu escalar o time com o que de melhor eu vi passar pelo Palmeiras foi um pulo.

Vamos lá:

No gol, indiscutivelmente, Marcos. Na lateral direita, Arce, com Cafu entrando no segundo tempo. Na zaga, Luis Pereira e Cleber. Na lateral esquerda, Roberto Carlos, com Júnior na reserva. Meu meio-campo tem Alex, Cesar Sampaio, Jorge Mendonça e ele, Ademir da Guia. E na frente, eles, Edmundo e Evair.

No banco ainda ficam Leão, Zetti, Velloso (tá nenhum banco de verdade tem 3 goleiros, mas neste aqui pode), Vagner Bacharel, Tonhão, Galeano (sim, Galeano), Valdívia, Rivaldo, Djalminha, Jorginho (o meia dos anos 80), Zinho e Kleber.

Ah, bons tempos...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pouco, muito pouco

1 x 0 foi mesmo pouco. Mas pior foi o futebolzinho jogado pelo Palmeiras, um time perdido em campo, sem padrão, sem técnica, sem qualidade, ontem apenas com vontade. Dez dias de treinamento pra isso?

Danilo cuspiu na cara do zagueiro adversário Manoel. A tv mostrou claramente. Manoel ainda prestou queixa afirmando que Danilo o chamou de macaco. Não precisa nem ter feito isso, só a cusparada já é o suficiente para punições.

Estará Danilo se inspirando no professor Antonio Carlos? É num episódio com esse que poderemos ver se o Palmeiras realmente não errou ao contratar um técnico de comportamento duvidoso. Antonio Carlos terá a chance de se redimir da sua vergonhosa história se se posicionar em relação a este ocorrido de ontem. Se se omitir e colocar panos quentes, mostrará que não se arrependeu e nem aprendeu nada com o que fez. E mostrará também ao Palmeiras que foi um equívoco contratá-lo. Senão pelo baixo desempenho técnico, pelas atitudes.

Lamentável o comportamento do zagueiro e a direção do Palmeiras não pode deixar barato, tem que punir o Danilo. E punir de verdade. Aliás, começo a achar que esse zagueiro é uma laranja podre no elenco.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Juninho Paulista

Ele iniciou a carreira no Ituano, com uma vitória sobre a Inter de Limeira, em 1992 e encerrou dia 7 de abril de 2010, no Ituano, com uma vitória de virada sobre a Portuguesa por 3 x 2, com o primeiro gol do Ituano, o da reação, feito por ele.

Entre uma coisa e outra, jogou no São Paulo, no Middlesbrough, no Atlético de Madrid, no Vasco, no Flamengo e no Palmeiras.

Foi campeão da Libertadores, Mundial Interclubes e campeão do mundo na Copa de 2002, pra ficar só nas principais conquistas.

Ontem saiu do gramado em lágrimas, emocionado por ter terminado a carreira de cabeça erguida, salvando o seu Ituano do rebaixamento no Paulista.

E me levou às lágrimas também. Não tem jeito, eu me emociono pacas com essas coisas do futebol.

Valeu, Juninho Paulista. Boa sorte na nova vida de cartola.

Foto: Léo Pinheiro/Futura Press

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vitor na lateral direita

Confesso que acho que mais uma vez o Palmeiras não fez um bom negócio ao trazer o lateral direito Vitor, do Goiás. Não que estejamos muito bem servidos no setor, mas algumas coisas me incomodam nessa negociação.

A primeira é incluir o Wendel (por empréstimo) na troca. O Wendel não é e nunca será craque. Não é nem titular. Mas é um jogador regular, que atua em mais de uma posição (na lateral direita, no meio, como volante e até na lateral esquerda ele já jogou) e por isso se torna um reserva importante para o grupo. Sinceramente, se o Vitor vem para ser titular, que fosse o Figueroa para o Goiás.

A outra coisa é que no time que disputou a Copa São Paulo estavam dois bons laterais, que, inclusive, trocavam de lado em alguns momentos do jogo, confundindo bastante a marcação adversária, jogavam entrosados: Gabriel Silva pela esquerda e Luis Felipe pela direita. O Gabriel já subiu para o time principal. Por que não subir com ele o Luis Felipe também?

Ou vão deixar o Luis Felipe sair como saiu o Ilsinho ou como saiu o Elias, hoje peça fundamental no arquirrival?

As contratações alviverdes têm sido assim e o Figueroa também vinha para resolver todos os nossos problemas na lateral direita. Mas não vingou. Se no Brasil há o fenômeno de leis que pegam e leis que não pegam, no Palmeiras há jogadores que vingam e os que não vingam. E o mais incrível é que até jogadores consagrados (e técnicos...) são capazes de não vingar no Palmeiras.

O tempo dirá se Vitor vingará ou não. Mas se fosse eu, ia de Luis Felipe.
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Atualização: acabo de ver no site do Palmeiras que são mesmo três jogadores que irão por empréstimo para o Goiás, na transação pelo Vitor, mas que apenas Deivyd Sacconi está confirmado. Os outros dois nomes estão em negociação entre as diretorias. Espero que o Wendel caia fora dessa lista que vem sendo divulgada pela imprensa. E espero que o Vitor justifique sua contratação. Mas que eu dava uma chance pro Luis Felipe, eu dava...

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mais perguntinhas

Keirrison não está bem no Benfica (sem trocadilhos). O técnico não o quer mais e ele pouco jogou na temporada. Agora o Barcelona procura algum time para emprestar o atacante. Se não tivesse saído de uma maneira tão feia do Palmeiras, podia ser uma, né?

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E aquele garoto, que apareceu tão bem no Palmeiras e (como vários outros) foi embora precocemente, o meia Caio? Tá jogando, não tá? Não seria uma opção para o meio?

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O Muricy reclama que não tem atacante, todo mundo fala que o único atacante de ofício do time é o Robert. Só pra saber, o Lenny e o Marquinhos continuam recebendo salário pelo clube?

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Perguntinha

O sonho de trazer Kleber de volta acabou definitivamente. Ele foi para o Porto.

Vendemos Deyvid Sacconi, que estava começando a engrenar no time.

E já perdemos muito tempo.

Agora que as contas do clube relativas a 2009 foram aprovadas (em reunião do Conselho Deliberativo realizada ontem), será que dá para começar a montar um time de verdade, competitivo, para 2010?

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Pensamento perdido

Fico pensando no Obina, que sina... Onde ele vai, Vagner Love vai atrás.
Menos mal que agora conseguiu se transferir para o Galo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Nessa eu concordo com o Muricy!!

Acabo de ler na Gazeta Esportiva.Net matéria em que o Muricy comenta essa palhaçada que virou a numeração das camisas de um time de futebol. Eu estava para comentar isso aqui faz tempo, mas sei lá porque, acabei esquecendo.

Eu não me conformo em ver um lateral direito jogando com a camisa 77! 77, meu amigo?? De onde você tirou isso? É ridículo. No Palmeiras tem 77, 26, 35, já teve 30... Mas não é só no Palmeiras não.

Olha, eu acho que jogador só é "dono" da camisa por merecimento. Pra mim o time tem que entrar em campo com numeração de 1 a 11 e quem for o titular que use a camisa com a numeração relativa à sua posição. Não tem essa do jogador usar eternamente aquele número.

Aliás, jogador hoje faz isso até quando muda de time. O Kleber usava o esdrúxulo 30 no Palmeiras e levou o número consigo para o Cruzeiro.

Que me desculpe o Marcos, que tem predileção pela 12, mas a camisa dele é a 1. A não ser que comece o jogo no banco.

Eu quero voltar a escalar meu time de 1 a 11. Vamos acabar com a palhaçada!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Não sai, Marcos!

Marcos, ouça a minha mãe. Ela entende do negócio e sabe o que diz. Ultimamente ela tem te criticado por você estar jogando muito adiantado, por sair demais da pequena área. Diz ela: "antigamente goleiro não saía tanto do gol e não tomava esses gols. O Marcos precisa aprender com os goleiros do passado". Acho que ela tem razão, Marcos. Será que era mesmo pra você ter saído no lance que resultou no gol do Diego Tardelli, por exemplo? Eu comecei a reparar e tem muito goleiro, não só você, tomando gol assim por se adiantar, por sair demais do gol.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hipocrisias

Hipocrisia nº 1 - Agora monsieur Henry vem dizer que realmente seria justa a realização de uma nova partida entre França e Irlanda, porque ele realmente pôs a mão na bola. Fácil falar agora que sabe que a Fifa não vai realizar outro jogo, né, Henry? Se é assim tão bonzinho e tão honestinho, por que não falou pro juiz na hora "olha, senhor, melhor não validar este gol porque eu dominei a bola com a mão e nem o senhor e nem o bandeirinha viram"?

Hipocrisia nº 2 - A diretoria do Palmeiras orientou (eufemismo para mandou) os jogadores a não darem entrevistas criticando colegas. Recado claro para Marcos e Danilo. Quer dizer, então, que não pode ser sincero na entrevista? É pra fazer o repórter sair correndo atrás do jogador pra ouvir "nós fizemos o professor pediu, mas infelizmente não demos sorte hoje, mas se deus quiser no próximo jogo a gente consegue um resultado melhor"? Se é pra isso, melhor nem ter entrevista, né? A gente já conhece de cor e salteado todas as respostas-padrão.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Deixando muito a desejar

Eu andava quieta, sem muita inspiração para escrever aqui, mas agora foi demais.

Um ponto ganho em 12 disputados. Isso é campanha de campeão? Isso é trabalho de técnico de primeira linha, recebedor de centenas de milhares de reais mensais? Isso é digno de jogador de seleção? De estrela que volta pro Brasil cheio de badalação?

O que acontece com o Palmeiras? Como o time se perdeu tanto? Tempos atrás, acho que nem foi neste ano, certamente quando ainda era dirigido pelo Luxemburgo, eu disse que o Palmeiras tinha se tornado um time com medo de vencer. Parece que isso voltou. Hoje o time estava louquinho pra fazer um gol contra. Tanto que tomou um gol humilhante. Sim, aquele segundo gol foi humilhante.

Os verdadeiros bastidores de um time são impenetráveis, não dá pra saber o que desestabilizou tanto assim o time, mas o que a gente vê em campo é desanimador. Mediocridade pra tudo quanto é lado. A começar pelo técnico. No jogo contra o Flamengo, aos 40 do segundo tempo, quando já perdia por 2 x 0, o Muricy me tira o Souza e coloca o Marquinhos. Alguém pode me explicar o que pretende um técnico cujo time perde de 2 x 0 desde os 17 do segundo tempo ao fazer uma subsituição faltando cinco minutos pra terminar o jogo? Mas hoje ele fez uma grande substituição, daquelas típicas de dar nó tático no adversário: tirou um atacante e colocou outro. Isso também no segundo tempo, quando também já perdia o jogo.

Quando foi contratado, eu falei que achava que o Muricy não valia o que lhe pagavam, que era muito mais negócio ficar com o Jorginho. Ele está provando que eu tinha razão. Para fazer um em 12 pontos disputados na reta final do campeonato, o Jorginho também faria. Ou a minha mãe, que pelo menos é palmeirense de verdade. Ah, dizem uns, mas técnico não erra passe, não chuta a bola pra fora. É? Então também não acerta passe, não dribla e não faz gol e não merece ganhar uma pequena fortuna por mês.

Essa questão dos salários realmente me irrita muito. Assim como o fato dos jogadores adorarem ressaltar que são "profissionais". Em qualquer empresa, profissional que não corresponde é mandado embora. Ainda mais se receber um salário milionário. Mas com eles nada acontece. São convocados para a seleção, são valorizados, assinam um contrato bilionário com algum time da Ucrânia, da Arábia ou de qualquer outro país cheio de tradição futebolística e adeus para o time onde ele estava e que ficou sem o título. Ele garantiu a sua parte.

Gostaria muito de ver o Muricy ter a hombridade de assumir que não está valendo o que ganha, pegar seu bonezinho tricolor e ir de volta para o seu Morumbi querido.

Mais que isso, gostaria muito de ver um time formado só por Marcos, jogadores que tivessem - não vou pedir amor - mas pelo menos respeito verdadeiro pelo time em que jogam, pela torcida que paga pelo menos 40 reais para vê-los em campo.

Hoje eu tive muita raiva. Tive raiva da passividade do Muricy, da incompetência dos jogadores, do fato do Palmeiras estar se apequenando e, principalmente, de não conseguir viver sem futebol. Porque a esta altura do campeonato, eu queria apenas esquecer que futebol existe. Mas não tem jeito, quem sofre desse mal não se livra dele nunca.

Os discursos antes deste jogo foram cheios de garganteios. Mas em campo nada correspondeu ao que foi dito. Espero que agora não digam mais nada, mas joguem.

Matematicamente ainda podemos chegar ao título. E, claro que se isso acontecer, eu vou comemorar demais. Mas! Sim, há um mas. Esta mágoa e esta crítica não serão apagadas e a desconfiança em relação à Libertadores será ainda maior.

Pra terminar: que horror que é esse Figueroa!

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Linha atacante aos montes

Faz tempo que o Palmeiras não marca mais de dois gols em uma partida. Os resultados mas frequentes desde que o Muricy assumiu têm sido 1 x 0, 1 x 1 ou 2 x 1. Mas isso não é por falta de atacantes, pois o Palmeiras tem oito atacantes em seu elenco. Isso mesmo, oito. Além de Vagner Love, Obina e Ortigoza, que você tem visto jogar, o time conta com Lenny, Marquinhos, Willians, Daniel (Lovinho) e o incrível Robert, que era uma contratação de peso, mas que nem no banco tem ficado. E fala-se ainda em contratar o Edno, da Portuguesa.

Ok, traz o Edno. Mas então dispensa as inutilidades. E pensa bem na hora de contratar. Tenho certeza de que Marquinhos, Willians, Robert e Lenny pesam, e muito, na folha de pagamentos. Daniel não porque é prata da casa. Pra que que contratou esse Robert? Me fala, pra quê? Quem é bom de verdade, chega e joga, como o Vagner Love. Até como o Obina.

Não era melhor dispensar os quatro que não estão sendo utilizados mesmo (eu sei que o Lenny está machucado, mas será que faz tanta falta assim? Será que o Muricy escalaria ele? Ou ele seria o novo Dagoberto do Muricy?) e quando for contratar pegar um titular ou um reserva à altura? Algum técnico escala três atacantes? Não, né? Muito menos o Muricy. Então, ficar com Vagner Love, Obina, Ortigoza, Lovinho e Edno não tá bom demais?

O Muricy não cansa de dizer que para ganhar um campeonato longo como o Brasileirão, no qual sempre vão existir problemas de lesões e suspensões por cartões, é fundamental ter um bom elenco. Veja bem, um BOM elenco. Isso não é a mesma coisa que um elenco numeroso.

Temos um ótimo time titular, mas sem reservas à altura. Ou o Jefferson é um bom lateral? E o tal do Figueroa, grande lateral direito, que nem no banco tem ficado? Estamos totalmente tranquilos e seguros na zaga? E o que acontece com o time quando o Pierre tem que ser afastado por lesão? Quem é o reserva do Diego Souza? David Sacconi está à altura do Cleiton Xavier?

Enquanto isso, oito atacantes recebem tranquilamente o seu salário, mais da metade deles sem nem sentar no banco, só treinando.

Pra mim não faz o menor sentido. Ou melhor, faz. Deve ter muita gente além desses oito ganhando dinheiro com eles.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Parabéns e obrigada, presidente Belluzzo!

Essa época de janela aberta deixa qualquer torcedor com os nervos à flor da pele. Mas hoje os palmeirenses podem relaxar e comemorar a atitude de seu presidente. Em entrevista coletiva que contou também com a presença do dono da Traffic, o J. Hawilla, o presidente Belluzzo anunciou que NENHUM jogador do Palmeiras será negociado até dezembro.

Palmeiras e Traffic mostraram que não existe proposta irrecusável. Basta não querer vender. Basta ver a importância de se manter um time para conquistar um título.

Mas que nessa história deve ter o dedo do Muricy, deve. E se tiver mesmo, ótimo, ele começa a justificar a sua contratação.

Outra boa notícia é que Pierre agora é jogador 100% do Palmeiras.

Parabéns e obrigada, Presidente. Avante, Palestra! Rumo ao penta!