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terça-feira, 25 de maio de 2010

O poder da edição

Durante a campanha para as eleições presidenciais em 1989 houve um momento bastante polêmico, a edição que a Rede Globo fez do debate entre os candidatos, que favoreceu descaradamente o Collor e prejudicou o Lula.

A edição é uma das principais armas do jornalismo, para o bem ou para o mal. E bote poder nisso. Pode ser tendenciosa e mostrar só o que interessa.

Se a primeira coisa que você visse sobre a Copa de 70 fosse este vídeo você acreditaria que se trata da seleção campeã, que jogou um bolão?




Depois desta, você ainda contrataria um jogador por DVD?

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Bandalheira 2014

Começou a badalheira com o dinheiro público para Copa de 2014. O São Paulo puxa a fila pedindo dinheiro para o BNDES para reformar o seu Morumbi, obra que a diretoria havia garantido que seria feita com dinheiro privado. Ricardo Teixeira admite que precisará de dinheiro público para o Brasil ter estádios na Copa de 2014. Tudo isso óbvio. Tudo isso já demonstrado nos Jogos Panamericanos do Rio.

A imprensa está divulgando esses absurdos, mas tenho certeza que quando a Copa se aproximar, aqeule ufanismo babaca que toma conta da imprensa em época de Copa do Mundo vai sobrepujar as denúnciar, todo mundo vai esquecer o assunto (tá, um ou outro vai se manter coerente, mas serão as mínimas exceções de sempre), a Globo vai deitar e rolar com o evento, o Galvão Bueno vai estar mais insuportável do que nunca e a vida continuará.

Por isso que eu sempre fui muito contra a uma Copa aqui. Um país com Saneys, Lulas e Collors amiguinhos não tem competência pra fazer direito um evento desse porte.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Política em campo.

Na Copa de 98 dois jogos me levaram às lágrimas. O final, é claro, e Estados Unidos x Irã. Um pelo futebol, outro pelo simbolismo político.

No ano que vem terei chance de me emocionar assim (como no segundo caso!) novamente, já que ontem a Coréia do Norte se classificou e a Coréia do Sul já estava classificada. Vai que no sorteio caiam na mesma chave...

Jogos assim emocionam porque mostram o lado "edificante" do esporte. "Olha que bonito como em campo eles se enfrentam com fair-play, como os jogadores se cumprimentam". Muito bonito mesmo. E eu, bobona, me emociono mesmo.

Pena que quando temos um clássico regional qualquer o que vemos entre as torcidas é quase a mesma coisa que Israel e Palestina fazem no Oriente Médio.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Poupança-copa

Quem está achando que a Copa de 2014 é uma excelente oportunidade para assistir ao vivo a um jogo de Copa do Mundo pode começar a guardar dinheiro. E a escolher uma boa aplicação. Ouvi hoje na CBN que estavam sendo cobrados até R$ 150,00 por uma vaga para estacionar nas proximidades do Morumbi. E é só um jogo de eliminatórias...

Vai ser uma festa, já vejo os cambistas, os flanelinhas e outros oportunistas de plantão locupletando-se.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Copa no Brasil

A melhor solução para a realização de uma Copa do Mundo no Brasil foi dada pelo Mário Reys: "se fizeram um Rock in Rio em Lisboa, por que não fazemos a Copa do Mundo do Brasil no Canadá?".

Perfeito!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Não à Copa no Brasil

Nas vésperas de anunciar se aceita a candidatura única do Brasil para sediar a Copa de 2014 a Fifa anuncia o fim do sistema de revezamento de continentes na escolha das sedes das Copas.
Pra mim fica claro que a candidatura única do Brasil mostrou que sediar Copa do Mundo é coisa pra gente grande, pra país que resolveu os problemas básicos e agora pode se preocupar com esse tipo de evento.

Blatter declarou que "faltou algo" à candidatura do Brasil. Ele deve estar assustado com a perspectiva de realizar uma Copa num país inseguro, sem transporte coletivo decente em suas capitais (à exceção de Curitiba), sem estádios decentes (quando fui para Salvador, no ano passado, vi um estádio de futebol e me perguntei se era a Fonte Nova, mas eu mesma me respondi que não poderia ser, pois aquele era um estádio abandonado e a Fonte Nova abrigava os grandes clássicos baianos. Por via das dúvidas resolvi perguntar ao motorista do táxi em que eu estava. Claro, era a Fonte Nova).

Gostaria muito que a Fifa tivesse coragem de dar um sonoro "não" ao Brasil. Que nós temos um futebol maravilhoso, que somos os únicos pentacampeões do mundo, que exportamos os melhores jogadores, ninguém duvida. Mas que temos competência para organizar uma Copa do Mundo, ah, isso dá pra todo mundo duvidar.

Concentremos nossos esforços em coisas mais urgentes, mais básicas, mais importantes. Deixemos Copa do Mundo para quando formos um pouco mais crescidinhos.

Apesar de achar que um "não" da Fifa tem as mesmas chances de acontecer quanto o São Paulo perder o título brasileiro deste ano, estou torcendo pelas duas improbabilidades!