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terça-feira, 25 de maio de 2010

O poder da edição

Durante a campanha para as eleições presidenciais em 1989 houve um momento bastante polêmico, a edição que a Rede Globo fez do debate entre os candidatos, que favoreceu descaradamente o Collor e prejudicou o Lula.

A edição é uma das principais armas do jornalismo, para o bem ou para o mal. E bote poder nisso. Pode ser tendenciosa e mostrar só o que interessa.

Se a primeira coisa que você visse sobre a Copa de 70 fosse este vídeo você acreditaria que se trata da seleção campeã, que jogou um bolão?




Depois desta, você ainda contrataria um jogador por DVD?

terça-feira, 18 de maio de 2010

É disso que o Dunga gosta

Muito em baixa na Itália, o volante Felipe Melo, da Juventus, convocado por Dunga, disse que para conquistar a Copa dará "carrinho até de cabeça".

Bravo! Lançamentos em profundidade? Dribles desconsertantes? Tabelinhas infernais? Nada disso! O negócio é dar carrinho!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Convocação

Quem me conhece já deve ter me ouvido cantar uma musiquinha da minha época de Colégio Batista Brasileiro que diz assim: "vem com Josué lutar em Jericó, Jericó, Jericóóóóóóó, vem com Josué lutar em Jericó e as muralhas ruirão".

É isso aí, Josué é bom pra ir pra Jericó, não pra África do Sul.

Eu cheguei a ter uma esperança de mudar minha posição, de me entusiasmar com uma seleção com um futebol mais alegre com Ganso e Neymar, com uma convocação de Roberto Carlos, de Ronaldinho Gaúcho e de Adriano e - sonho! - Marcos como terceiro goleiro.

Mas com Doni, Julio Batista, 38 volantes - entre eles o Josué! - um time sem graça, sem criatividade, não, não dá.

E pro Dunga, jogar no Brasil realmente deve ser um demérito. Convocados que atuam em solo brasileiro, só mesmo Robinho, Gilberto e Kleberson.

Agora, triste mesmo, revoltante, é o Totti de fora da lista do Lippi. Avanti, Azzurra!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Frase perfeita

Li no blog do Juca Kfouri.

"Do jornalista Marcelo Barreto, do Sportv:

'Bellini inventou o gesto de erguer a taça.

Carlos Alberto o de beijar a taça.

E o Dunga o de xingar a taça.'"

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Com o Dunga, não!

Certamente será a Itália, que está muito perto de se classificar. Mas pela seleção brasileira é que eu não vou torcer na copa de 2010. Não dá para torcer e vibrar por uma seleção dirigida pelo Dunga. O Brasil acaba de fazer o quarto gol sobre o Chile, em jogo pelas eliminatórias, com a seleção já classificada. Dunga, ao invés de comemorar alegremente, vira-se para alguém que a câmera do Sportv não focalizou, mas provavelmente um torcedor que lhe azucrinava, que lhe xingava, e começa a chamá-lo de filho da puta, a xingá-lo com ódio no olhar. Teve que ser seguro por Paulo Paixão e outros integrantes da comissão técnica. Uma cena lamentável, inadmissível.

Dunga é uma pessoa violenta. Jogava de maneira violenta, destrutiva. Comemorou a conquista de 94 com raiva e não com alegria. Ele é raivoso. Nas entrevistas está sempre na defensiva. Então, não dá pra ser feliz com ele.

Além disso, essa seleção tem gente arrogante de sobra e carismática de menos.

Minha linda camisa amarela, que ganhei de amigos queridos no meu aniversário durante a copa de 2006, vai ficar guardada até Dunga sair da seleção.

Enquanto isso, avanti, Azzurra!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

0 x 0

Mas esse monte de zero a zero é ou não é a cara do Dunga?

E assim que terminou mais um deles, desta vez contra a Colômbia no Maracanã, Cacá, num tom agressivo (vai ver está mesmo se dando bem com o Dunga agora e até aprendendo com ele), alega cansaço da equipe. Em seguida Maicon diz que a equipe não está cansada, que fez um ótimo trabalho de recuperação física.

Alguém aí ainda vibra com a seleção brasileira?

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Não é possível

Júlio Baptista com a camisa 10 da seleção? Júlio Baptista?? Não! Jú-li-o Bap-tis-ta com a camisa que já foi de Pelé, Zico, Raí, Rivaldo? Não, não é possível. O Dunga está indo longe demais.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Mais uma infeliz vitória que não convence

A comemoração do Dunga no segundo gol de Luis Fabiano contra o Uruguai agora há pouco no Morumbi diz muito sobre ele. Ele bateu violentamente na cobertura do banco de reservas. Uma comemoração que lembra seu gesto ao erguer a taça em 94: agressiva, truculenta.

Por isso não dá para se esperar que uma equipe dirigida por ele jogue um futebol criativo, refinado, ofensivo, inteligente. O que se tem é mesmo o que se tem visto: futebol retranqueiro, feio, vitórias injustas, conquistadas a custa do talento individual uma hora do Kaká, outra do Robinho ou do Luis Fabiano. Hoje até o Julio Cesar salvou a pele do Dunga.

Indiscutivelmente a história do futebol é feita de incontáveis vitórias injustas. Essa é uma das principais características desse jogo, nem sempre o melhor vence e muitas vezes quem vence não convence. Decididamente, o Dunga não convence. Só espero que pare de vencer para que nos livremos dele definitivamente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Deixa a seleção pra lá

Demorou, mas voltei. E quem me faz voltar é o Dunga. Não precisei nem ver o jogo de ontem - estréia da seleção nas Eliminatórias para a Copa de 2010, contra a Colômbia - para dizer o que vou dizer.

Nunca gostei do Dunga como jogador. Tive um misto de alegria e vergonha quando ele levantou a taça de 94. Vergonha sim. O gesto feito por jogadores de qualidade e categoria como Bellini, Mauro e Carlos Alberto ser repetido por um volante truculento, sem talento (além da rima, uma redundância) que inaugurara uma era triste para o futebol-arte me envergonhou sim. Ainda bem que logo veio o Romário para tirar a taça das mãos do Dunga. Esse sim foi merecedor daquela Copa.

Antes de Dunga os volantes não tinham prestígio algum. Aliás, que me lembre, pouco se falava em "volantes". Tínhamos meias, talentosos uns, marcadores outros, mas sempre com qualidade. Não tinham a única e exclusiva preocupação da demolição, como Dunga. Dizem que é a "evolução" do futebol, mas eu acho que a presença de volantes e a ausência de pontas só torna o futebol um jogo mais chato, mais feio. Certamente mais fácil de ser jogado por quem tem menos talento.

Mas tudo isso para dizer que se nunca gostei do Dunga como jogador, continuo não gostando dele como técnico. Primeiro não dá para entender como ele, sem experiência alguma, foi direto para a seleção. Como diz meu amigo Mário Reys, o Dunga tem exatamente a mesma experiência que nós como treinadores de futebol, ou seja, nenhuma.

Questionado outro dia sobre o fato de não ter convocado o Pato para a seleção, Dunga muito conscientemente declarou que para chegar à seleção um jogador tem que fazer por merecer, tem que ter um volume de jogos considerável, tem que ter uma certa experiência, que não é de uma hora para outra que se chega à seleção. Muito bem, sr. Dunga, concordo plenamente. Agora, se isso vale pra jogador, por que não vale para o treinador? Hein? Por que um ex-jogador que nunca treinou nem time de futebol de botão pode começar sua carreira diretamente na seleção?

E se nós aqui achamos que ele não tem legitimidade para ser técnico da seleção será que o mesmo não acham os jogadores que são convocados por ele? Não digo os Afonsos da vida, que são invenções dele, ou Donis, que são piadas dele, mas os jogadores mais experientes como Kaká, Ronaldinho, Lúcio e cia.

Enquanto o Dunga estiver no comando vai ser assim: vai ser difícil vibrar de verdade, ficar contente de verdade, sem ter aquela vergonha. É uma pena.

Mas como eu sou muito, mas muito mais torcedora de time que de seleção, não estou nem aí com essas eliminatórias, vou deixar a amarelinha um pouco de lado e curtir a verde-limão que vem dando sorte.

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Cala a boca, Ricardo Teixeira

Em reportagem publicada hoje no O Estado de S. Paulo, o presidente da CBF encontrou algumas explicações para o fracasso da seleção brasileira na Copa de 2006. Segundo ele, "Tinha jogador que chegava entre 4 e 6 horas da manhã, bêbado". Mais que isso, a autoridade máxima do nosso futebol constata que outra coisa que atrapalhou muito o desempenho de nossos astros foi a preparação em Weggis, na Suiça, onde o clima foi mais de festa que de treinamento, com ingressos vendidos por até US$ 100,00 para se ver um treino e os malabarismos de Ronaldinho Gaúcho. "Era óbvio que aquilo não ia funcionar. Como é que ninguém via isso?"

Ora, o presidente da CBF não sabia que se vendia ingressos para assistir aos treinos? O presidente da CBF sabia que jogadores chegavam bêbados, de madrugada e não fez nada? O que estava ele fazendo nas vésperas de uma Copa do Mundo, então? Turismo?

Não dá para se esperar nada do Ricardo Teixeira, mas ele, no mínimo, perdeu uma ótima chance de ficar com a boca fechada.

Ou será que não é por ter uma direção como essa que o futebol brasileiro se encontra no estado em que se encontra? Não falo nem da seleção, que vive atualmente um período de entressafra. Mas do futebol praticado aqui no país, do Campeonato Brasileiro que mais parece uma enorme segunda divisão do futebol jogado na Europa.

Que um Milan ou um Real Madrid leve nossos craques dá pra entender, agora, que o futebol da Ucrânia leve nossos jogadores é inadmissível. Você, por acaso, conhece algum time da Ucrânia? Que craques joguem fora, tudo bem, mas que nossos times não consigam segurar nem um Marcinho Guerreiro, é inadmissível.

É desanimador assistir a qualquer jogo do campeonato brasileiro, o nível técnico é baixíssimo, não tem uma jogada que empolgue.

Enquanto isso, Ricardo Teixeira fala bobagens durante sua campanha pela Copa no Brasil. Antes de fazer uma Copa do Mundo por aqui seria melhor a gente fazer um campeonato nacional de qualidade. E deixar a Copa do Mundo para quem tem competência.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Copa América

O time de quatro volantes do Dunga conseguiu ganhar da
Argentina na final. É por essas e por outras que o futebol
é fascinante, porque não tem lógica, porque nem sempre o
melhor vence, porque zebras e surpresas acontecem.

Mas o título não muda minha opinião. Assim como prefiro a
seleção de 82 à de 94, prefiro o futebol jogado pela
Argentina ao nosso atualmente.

Agora, o fim foi a comemoração dos jogadores. Todos ali pulando
e cantando "eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito
amor". Sei, mas desde que ganhando em euro, né? É
brasileiro com muito orgulho, mas não resiste à primeira
proposta de fora, seja ela da Ucrânia, da Macedônia, da
Turquia ou de um timeco qualquer da Espanha. Muito orgulho
e muito amor mesmo.