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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Quando não se tem pra quem torcer...

... resta secar. E pelo menos o Corinthians me deu um pouco de alegria nesta noite. Como eu previ algum tempo atrás, tivemos um "Real Madrid" caindo nas oitavas da Libertadores. E como eu previ hoje à tarde pros meus queridos amigos corintianos Fernando e Vitor, o Corinthians ganhou por 2 x 1 e não levou. Só errei o autor de um dos gols, que pra mim ia ser o Dentinho e não o Deivid contra.

Mas seria bem melhor se, ao invés de acertar esses palpites, eu acertasse na megasena.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Palpite

Sei não, mas acho que haverá um "Real Madrid" na Libertadores.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Brasileirão x Libertadores

Achei um absurdo ontem a Globo ter transmitido para São Paulo um jogo da 11ª rodada do Brasileirão ao invés de passar a final da Libertadores. Achei mesmo. Afinal, era a final do campeonato mais importante do continente (não é isso que a própria emissora vende ao público quando lhe interessa?) contra uma rodada ainda inicial do Campeonato Brasileiro.

Mas, confesso que o coração falou mais alto e eu assisti a Flamengo x Palmeiras. E não me arrependi. Porque gostei muito do que vi. Gostei da vitória por 2 x 1, é claro, mas gostei, principalmente, da postura do time, de como o Jorginho o armou, mesmo tendo vários desfalques. Fazia tempo que não dava gosto (e não nervoso) ver um jogo do Palmeiras. E ontem deu. Marcação adiantada (que eu acho sempre ideal), belos e eficientes contra-ataques, postura defensiva bem mais consistente.

Espero que continue assim.

Bem, com isso acabei não vendo mais uma vez um time brasileiro perder uma final de Libertadores em casa para um time estrangeiro. Senti pelo Kléber. Mas quem sabe ano que vem ele não ganha por outro time? ;-)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Juiz substituído

O primeiro jogo que eu assisti ao vivo, em um estádio, foi um Juventus x Ferroviária, na rua Javari. Pouco me lembro, eu era bem pequena, mas nele aconteceu um fato inusitado: o goleiro foi fazer uma "ponte", bateu a cabeça na trave e fraturou o crânio.

Pois bem, hoje testemunhei mais uma vez um fato inusitado. Não ao vivo, pela TV, mas foi uma coisa que eu nunca tinha visto acontecer. Já vi gol de juiz, juiz que leva bolada, que cai sentado, que tropeça, mas dois juízes em campo (ainda que um de cada vez) eu nunca tinha visto.

Mas na semi-final da Libertadores entre Cruzeiro e Grêmio, lá pelas tantas o juiz chileno teve um estiramento na panturrilha. Parou o jogo e mancando foi até a lateral do campo para receber atendimento médico. Sem condições de "jogo", foi substituído pelo quarto árbitro, que está lá para isso mesmo, mas normalmente assume menos que vice.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Em boca fechada...

Leio em matéria do UOL duas declarações bastante infelizes, uma do Pierre e outra do Luxemburgo. Pierre diz assim: "Agora é esquecer a Libertadores, é uma perda muito grande, mas isso agora é passado." Ora, meu caro, nossos títulos são todos do passado, pois no presente não há quem os conquiste em campo, e nem por isso nós os esquecemos. O passado não é para ser esquecido não. Ao contrário, é para ser sempre lembrado, sempre reverenciado - quando é o caso, como foi tão recentemente em relação à conquista da Libertadores de 99 -, e para que aprendamos com os erros nele cometidos.

Já Luxemburgo, aquele que acha que o Jumar é um baita volante, disse que "Temos um projeto que pode dar certo para a Libertadores do ano que vem". Mas esse não era o discurso do ano passado?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Já era


Havia a chance de mostrar a que veio, de nascer um ídolo (por que não Cleiton Xavier com outro gol salvador?), de conquistar a confiança da torcida, mas nada disso foi feito. Nenhum gol foi marcado. Três atacantes em campo e nenhum deles conseguiu um golzinho sequer.

Não pude ver nem ouvir o segundo tempo do jogo. Mas o primeiro foi horrível. O que mais se fez foi rifar a bola. Se a rifa, por sorte, acabasse virando um lançamento, ótimo. Caso contrário, pelo menos o jogador livrou-se da bola! E olha que foi escalado o time eu acreditava, aquele que parece ser o melhor que temos.

Mas, em poucas palavras, é um time sem consistência. Fará muito se chegar entre os cinco primeiros do Brasileirão.

Keirrison pode pular de seu trampolim. Pelo visto não vai mesmo fazer história no Verdão. Luxemburgo, parece, não está destinado a vencer uma Libertadores.

Essa equipe faz lembrar alguns times dos anos 80, que até tinham bons jogadores, como Jorginho e Edu Marangon, mas não eram vencedores.

Escalação

Tenho certeza de que o Palmeiras ganhou do Cruzeiro no domingo porque o Luxemburgo não inventou de escalar Obina, nem Mozart, nem Capixaba (tá, o bandeirinha e o juiz terem achado que a bola do Marcão entrou ajudou um pouquinho também..). Escalou o time que deve ser o titular (claro, com o Edmilson no lugar do Marcão assim que ele se recuperar). Se fizer isso hoje, ganha do Nacional. No máximo, o Souza no lugar do Willians. E o Ortigoza no segundo tempo. Pronto. Nada de outras invencionices. E Mozart e Capixaba não!!!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dez anos esta noite


Hoje o Palmeiras comemora dez anos da conquista da Libertadores. Uma conquista deliciosa, que colocou para sempre na história do Palmeiras Marcos, Felipão, Alex, Arce, Cesar Sampaio, Junior, Junior Baiano, Roque Junior, Zinho, Ozéas, Euller, Paulo Nunes, Rogério, Cleber, Sergio, Velloso, Rivarola, Agnaldo, Rubens Junior, Tiago Silva, Jackson, Edmilson, Juliano e Evair.

Amanhã o Palmeiras estará em Montevidéu, disputando as quartas de final da Libertadores com o Nacional, depois de ter jogado mal e empatado a partida de ida aqui no Palestra Itália.

Nesses dez anos fomos parar na série B, voltamos, mas pouco conquistamos. Além do título da segundona, apenas um torneio Rio-São Paulo, em 2000, uma Copa dos Campeões, também em 2000, e o Paulistão de 2008. Pouco, muito pouco para a grandeza do Palmeiras.

Temos poucos ídolos para lembrar nesse período, depois dessa geração da Libertadores, acho que destaque mesmo só para o Valdívia.

E esse Palmeiras de hoje, quem é? É um time que ainda não mostrou a que veio, que não tem um grande ídolo, que não conquistou a confiança da torcida, que não tem a cara do técnico, mas que pode mudar tudo isso em cinco jogos, a começar por amanhã.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Triste realidade

A gente se enche de esperança, vibra, torce, mas não tem jeito, acaba mesmo no sofrimento, porque a triste realidade é que o Palmeiras está com um time ruim e com um treinador que vive uma de suas piores fases.

No jogo de hoje contra o Nacional do Uruguai, pelas quartas-de-final da Libertadores, o Luxemburgo começou escalando mal. Três zagueiros, dois volantes, Diego Souza de atacante e o resultado foi que ficamos sem meio de campo, com os zagueiros dando chutões inócuos para fazer a ligação direta com o ataque. Ainda no primeiro tempo ele quis consertar o erro. Mas errou de novo, não taticamente, mas na escolha das peças. Tirou o mediocre Capixaba para pôr o Marquinhos. Tudo bem, é o que temos, e qualquer um é melhor que o Capixaba. Tirou um dos volantes, o bom menino Souza, para entrada de um atacante. Mas, peraí, por que o Obina? Ele mal treinou com o time! Por que não o Ortigoza, que tem entrado bem? Por que o Lenny não ficou nem no banco?

Mas no segundo tempo o técnico conseguiu ser ainda pior. O Diego Souza achou um gol ao dar um chutaço na bola passada pelo Keirrison. Sim, o Nacional começou a sair um pouco mais, mas nada que metesse medo. Vamos, então, ampliar essa vantagem, para jogar com mais tranqüilidade em Montevidéu? Não! O brilhante treinador tira o Keirrison, que, sim, não vem fazendo grandes partidas, mas é muito melhor que o Obina, e coloca o Jumar! O Jumar, Senhor! Ele volta a jogar com dois volantes e três zagueiros. E um só atacante: o Obina, um sujeito que não tem a menor intimidade com a bola, que não fez absolutamente nada. Nada. Resultado: o Nacional empatou o jogo.

Se o Beluzzo quer mesmo fazer bem ao Palmeiras, devia dar adeus ao Luxemburgo amanhã mesmo. Chega, a paciência esgotou. Ele teve tempo suficiente para montar o time, planejar, dar continuidade ao trabalho, tudo. Mas indica contratações brilhantes como Jeci e Mozart. E escala mal, subsitui mal. Chega. (E desta vez, para azar dele, não tinha o que reclamar da arbitragem, para desviar a atenção das suas bobagens).

E é bom olhar direito para esse elenco também. Craque, só tem um, o Marcos. Depois tem alguns bons jogadores: Diego Souza, Armero, Pierre e Cleiton Xavier. E uma promessa que não se firma, o Kerrison. O resto? Bem, o resto é isso mesmo, resto. E vai querer contratar mais Obinas? Porque não contrata o Borges, que está sendo desprezado no São Paulo? Se fosse o contrário, certamente eles o contratariam.

Pode até ser que passe pelo Nacional lá. Afinal, sei lá eu porque, esse time tem achado fora de casa os bons resultados que não acha no Palestra Itália - e não venha falar que é culpa da cobrança da torcida, que hoje apoiou e teve paciência até demais - mas está difícil convencer.

Existe a velha discussão do que é melhor, se jogar bonito e perder ou jogar feio e ganhar. Daí vem o Barcelona e mostra que é possível jogar bonito e vencer. E o Palmeiras tem mostrado que a sua é mesmo jogar feio e perder. No máximo empatar.

Palmeiras 1 x 1 Nacional (Diego Souza - Santiago Garcia). Estádio Palestra Itália, São Paulo. Libertadores (quartas-de-final)

terça-feira, 12 de maio de 2009

São MARCOOOOOOOOOOOOOOS

Ele de novo! São Marcos! Com sua camisa 12 salvando o Palmeiras na Libertadores. Parece que o Luxemburgo não quer ganhar essa taça, mas o Marcos quer. Defendeu tudo e mais um pouco durante o jogo. Fez milagres. E vai ver tomou o gol só pra ser santo salvador de novo. Pra fazer a gente lembrar de 99. E de 2000. E eu me angustiei de novo por ir para os pênaltis. E o Mozart (não, esse cara não tem nada a ver com o Palmeiras, não deu liga, pode ir embora) me faz sofrer. Mas o Marcos, são Marcos, é ele quem está no gol. Então, é correr para o abraço!

Folha Imagem

Mas eu não gostei das substituições que o Luxemburgo fez durante a partida. Eu tiraria o Wendel para pôr o Willians ou o Ortigoza e olhe lá. Acho engraçada uma coisa, todo jogo o Luxemburgo faz as três substituições. Às vezes parece que faz só porque tem direito a três substituições. Como quando trocou o Souza, que tem estado sempre muito bem e hoje não foi diferente, por esse Mozart, que entrou, de cara tomou cartão idiota e evitável e daí tirou o pé no lance do gol. Luxa, não leva multa nem perde ponto se não fizer as três substituições, viu?

Outra coisa. Uma hora eu preciso ter tempo para ir atrás de uma estatística (falando nisso, preciso escrever sobre a inutilidade das estatísticas no futebol - ou eu já fiz isso?). Eu não tenho os números, mas tenho certeza absoluta que a maioria esmagadora dos times que entra em campo jogando pelo empate, perde o jogo. E hoje não foi diferente.

Restam agora seis jogos. Nada mais de jogar pelo empate. Vamos ganhar, Porco! Vamos que são Marcos merece mais esse título!

Sport 1 x 0 Palmeiras (Wilson) - Sport 1 x 3 Palmeiras (Igor - Marcão, Danilo e Armero) nos pênaltis - Estádio Ilha do Retiro, no Recife - Libertadores (oitavas-de-final).

Imbróglio suíno

E a Conmebol oficializou mesmo a passagem do São Paulo e do Nacional do Uruguai diretamente para as quartas-de-final da Libertadores em função da decisão dos times mexicanos de saírem da competição por não poderem jogar em casa por causa da gripe suína.

Não opino sobre quem tem razão sobre a realização ou não dos jogos no México pois acho que quem teria que decidir isso não seriam nem os jogadores, nem as diretorias dos times, nem as federações, mas sim autoridades sanitárias. Não tenho condições de avaliar os riscos reais, mas, em princípio, me parece um pouco de exagero de um lado e teimosia do outro.

Mas absurda é a decisão da Conmebol. Beneficia tremendamente São Paulo e Nacional, numa absoluta falta de respeito com todos os outros competidores. Frente à desistência dos times mexicanos, seria razoável convocar para a competição os times com melhor pontuação dentre os desclassificados na primeira fase, ou os terceiros colocados dos grupos dos desistentes e assim promover as partidas de oitavas-de-final do São Paulo e do Nacional.

A decisão da Conmebol foi preguiçosa e injusta. Espero que não manche esta Libertadores.

Agora, cá entre nós, é incrível a sorte que o São Paulo tem. Enquanto o Palmeiras pega um dos piores adversários que poderia ter, o São Paulo simplesmente passa por W.O. É dose!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Gol de quem?

Eu vi o jogo do Palmeiras ontem pelo Sportv. Com replays de vários ângulos e tudo. Agora acabo de dar uma passada pela imprensa na internet, lendo os comentários sobre o jogo. Só eu e o Cleiton Xavier achamos que o Ortigoza na verdade não chegou a tocar a cabeça na bola?

Chutamos a pedra

José Patrício/AE


A primeira pedra no meio do caminho foi vencida. Tá certo que ela podia ter sido chutada pra mais longe, não fosse a trave duas vezes. Mas também podia ter sido uma topada dolorida e não foi.

Gostei do Kerrison ontem. Não marcou, mas acertou o travessão (de novo!), se movimentou, apareceu pro jogo e não ficou escondido com andou fazendo em várias partidas. Gostei também do Cleiton Xavier e do Diego Souza.

Mas não gostei do Luxemburgo. Por que ele insiste com o Marquinhos? Por que, meu Deus, por que? Por que ele não colocou o Souza nem no banco? Só espero que ele tenha se convencido que quem temos para a lateral direita é o Wendel. Tudo bem, ele pode não ser um Arce. Mas que é infinitamente melhor que o Capixaba, é.

Terça-feira temos tudo pra chutar essa pedra pra bem longe, de vez.

Palmeiras 1 x 0 Sport (Ortigoza) - Estádio Palestra Itália, em São Paulo - Libertadores (oitavas-de-final)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Pedras no caminho

Lembro que nos anos 90 sempre tinha um Grêmio no meio do nosso caminho. Agora sempre tem um Sport. Nas oitavas de final da Libertadores estão 16 times. Tínhamos, portanto, 15 adversários possíveis, mas teve que ser, de novo, o Sport. Espero que passando por essa provação o caminho heróico seja aberto rumo à glória.

terça-feira, 3 de março de 2009

Papelão

Perder jogando bem, tudo bem, acontece, não se pode ganhar todas mesmo. Agora, perder com um futebolzinho medíocre, dá raiva. Ainda mais quando é naquele que o próprio técnico chama de "jogo do ano". Onde foi parar o futebol rápido e vibrante do Palmeiras? O Colo-Colo, afinal de contas, não é exatamente aquilo que a gente pode chamar de timaço, mas anulou o Palmeiras totalmente. Conseguiu fazer dois gols com um jogador a menos em campo.

Será que o Luxemburgo é como o Corinthians e Libertadores não é mesmo a dele? Ainda que haja chances matemáticas, eu acho que esta já era. Vamos ficar só com o Paulistinha de novo, Luxa?

E o Keirrison? É talentoso mesmo ou tem uma estrela enorme? Porque hoje não soube se livrar da marcação, não soube buscar o jogo, não soube se posicionar, mas... marcou o seu, pra se tornar o maior artilheiro num início de temporada no Palmeiras (ou qualquer estatística do gênero).

Ninguém esteve bem em campo hoje. Salvaram-se apenas Pierre e Willians. E ficou claro o quão ruins são o Fabinho Capixaba (aliás, existe pelo menos um campeonato estadual no Espírito Santo?) e o Jeferson; que os zagueiros Maurício Ramos e Danilo ainda precisam melhorar muito para serem alguma coisa e que Jumar tem sido nulo em campo.

É uma pena, um time que tinha tudo para emplacar com um belo futebol mostrou que não tem maturidade ainda para encarar um campeonato de verdade. Espero que eu queime a língua.

Palmeiras 1 x 3 Colo-Colo (Lucas Barrios, Torres, Keirrison e González) - Estádio Palestra Itália, em São Paulo

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

De volta (à Libertadores)

E como se não tivesse passado tanto tempo eu volto como quem não quer nada para falar justamente sobre a primeira derrota do ano. Eu poderia ter comemorado cada uma das nove vitórias seguidas, mas não, volto para falar de uma derrota. Não é masoquismo nem pessimismo, mas é que já estava passando da hora de voltar.

Bem, voltei e não vou comentar tudo o que passou, a perda do Brasileirão, as contratações questionadas, a eleição do Belluzzo (esse teria sido um gancho muito melhor pra voltar, mas eu deixei passar). Vamos ao jogo, vamos à Libertadores, vamos a Quito falar de LDU x Palmeiras.

E parece que é impossível mesmo ganhar da LDU em Quito.

O bandeira agiu certo. A Fifa recomenda que em caso de dúvida, a jogada deve seguir. Mas por que raios o único bandeirinha do mundo que segue essa recomendação tem que estar justamente do lado da defesa do Palmeiras? LDU 1 x 0 Palmeiras.

Diego Souza fez o que todos deveriam ter feito durante toda a partida e chutou forte para o goleiro equatoriano espalmar. Willians acertou uma finalização. Viva! LDU 1 x 1 Palmeiras.

Marcos falhou. Mas o Edmilson também podia ter dado um bicão na bola pra longe. Ou ele nunca ouviu falar em "bola pro mato que o jogo é de campeonato"? LDU 2 x 1 Palmeiras.

Keirrison sumiu. Cleiton Xavier não estava inspirado. Precisamos melhor bastante pelas laterais. Mais ainda pela direita que pela esquerda. Se o ataque não resolve, Edmilson sobe e faz de cabeça. LDU 2 x 2 Palmeiras.

Marquinhos ainda não aconteceu. E ainda por cima perdeu bola boba, boba no meio de campo e originou a jogada de contra-ataque que resultou na falta cometida pelo Edmilson que o argentino (tem sempre um argentino no meio do caminho...) Manso cobrou com uma precisão incrível. LDU 3 x 2 Palmeiras.

Foi derrota, mas não foi de envergonhar nem de desesperar. Ainda acho que esse time é o melhor dos últimos anos.

E eu prefiro perder na estréia e ganhar na final. 




LDU 3 x 2 Palmeiras (Walter Calderon 2, Manso, Willians, Edmilson) - Estádio Casa Blanca, em Quito (EQU)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Quarta eletrizante

Três jogos simultâneos ontem à noite: Boca Juniors x Fluminense, primeira partida da semifinal da Libertadores, Vasco x Sport, jogo de volta de uma das semifinais da Copa do Brasil e Corinthians x Botafogo, na outra semifinal da Copa do Brasil.

Optei por assistir ao jogo da Libertadores. E não me arrependi, foi um jogão. Dois gols, um de cada lado, no primeiro tempo e mais um pra cada lado no segundo tempo. E um futebol de qualidade de argentinos e brasileiros. O primeiro gol do Boca foi um lançamento do Palermo para o Palacios, que cruzou para quem fazer o gol? Ele, Riquelme, claro. Mas o Flu empatou logo em seguida com Thiago Silva de cabeça depois de cobrança de falta de Thiago Neves.

No segundo tempo o Boca veio para a pressão total. Riquelme cobrou falta, a bola desviou na barreira e entrou. Mas depois o goleiro reserva Migliore falhou feio no chute de bela jogada de Thiago Neves. Fazia tempo que eu não via um jogo tão bom. Nada está definido. E a verdadeira final da Libertadores vai ser o jogo da semana que vem no Maracanã.

Dos jogos da Copa do Brasil só vi as cobranças de pênalti. Em São Januário o Edmundo conseguiu o gol salvador durante o jogo e errou bisonhamente a cobrança do pênalti. Aliás, mais uma pergunta para a série "Mistérios insondáveis da humanidade", do post anterior: por que Edmundo insiste em bater pênalti?

Já no Morumbi todos os batedores foram bem, os goleiros nem acertaram os cantos, até que Felipe fez valer a sua estrela. E mais uma vez um time da segunda divisão chega a uma final de Copa do Brasil.

Temos mais uma quarta eletrizante pela frente!

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Campeões eliminados

Palmeiras, Cruzeiro e Flamengo foram campeões estaduais no domingo. O Palmeiras vinha de uma eliminação retumbante na Copa do Brasil na quarta anterior. Eliminação que foi totalmente ofuscada e esquecida pelo título conquistado. Cruzeiro e Flamengo foram eliminados hoje da Libertadores. O que acabou com a alegria da conquista do título. São todos campeões eliminados de outras competições (mais importantes que a do título conquistado). Mas que o Palmeiras, no fim, ficou com um gostinho melhor na boca, ficou.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Vitórias suadas

O Palmeiras tem até agora 16 vitórias no campeonato brasileiro. Só em 3 oportunidades marcou mais de 3 gols: 4 x 2 Flamengo, 3 x 2 Vasco, 3 x 0 Paraná Clube. O maior saldo de gols em um vitória foi no jogo contra o Paraná, 3 x 0. Em 11 dessas vitórias a diferença foi de apenas um gol.

Onde eu quero chegar com isso? Na conclusão de que o Palmeiras está sempre no limite. Não no limite máximo, o que seria ótimo, ao contrário, no limite mínimo. Ou seja, é óbvio concluir que esse time do Palmeiras é limitado. É um time que não empolga, que está sempre passando sufoco, fazendo a torcida sofrer.

Por isso, se eu queimar a língua e o Verdão chegar à Libertadores, vamos ter que mudar isso. Vamos ter que sair da limitação. Espero que assim seja.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Ainda a corrida pela Libertadores

Depois da rodada de ontem, meus porquinhos estão ainda mais perto da Libertadores.

O que é inacreditável é que quem começa a chegar para essa corrida é o Flamengo, que eu achava que ia ficar lutando pra não cair.

E apesar da situação lá embaixo estar interessante, só vou comentá-la de verdade quando as coisas estiverem mais definidas.