Adriano, a principal estrela do São Paulo e o principal jogador atuando no futebol brasileiro hoje (senão em termos de qualidade técnica, certamente em termos de estrelato), foi expulso no clássico contra o Santos e agora vai ser julgado e pode pegar de 120 a 540 dias de suspensão. Duvido que pegue algo que chegue perto dos 120 dias, mas acho que deveria sim ter uma dura penalidade. Não tenho nada contra o Adriano, mas os jogadores de futebol precisam começar a se comportar como profissionais de verdade.
Se amor à camisa não vale mais, se o que vale hoje são os contratos milionários, se acabou o tempo do amadorismo no futebol, os jogadores precisam deixar de agir como amadores e serem, de fato, profissionais.
No mundo profissional, quanto maior a remuneração, maior a responsabilidade, maior a necessidade de se ter uma postura condizente com o cargo. Não é o que acontece com os jogadores de futebol. Não importa ser o mais bem remunerado do time, o comportamento continua igual ao de um juvenil. Suas atitudes prejudicam o time - o pagador de seus salários - e ainda assim ele não é penalizado. Se o artilheiro milionário passa jogos e mais jogos sem marcar, paciência, é uma fase, a torcida precisa entender.
Se querem ser remunerados como pouquíssimos profissionais no mundo são - ainda que atuem em áreas como Saúde ou Educação - os jogadores de futebol precisam aprender a agir como profissionais. E a penalização por conduta incorreta ou mau desempenho faz parte da carreira de qualquer profissional.
Uma vez li uma reportagem sobre o Michael Jordan que dizia que quando perguntado se não se incomodava com o fato de que sempre que o jogo apertava os seus companheiro de time mandavam a bola para ele resolver a parada, ele respondeu que não se incomodava de jeito nenhum, que essa situação era mais que justa, afinal ele ganhava muito mais que o resto do time, portanto tinha muito mais responsabilidade de resolver as partidas.
É assim com o diretor de uma empresa, que tem mais responsabilidade - e maior remuneração - que funcionários menos graduados. Tem que ser assim com um time de futebol.
Como disse, não tenho nada contra o Adriano e não quero que ele seja penalizado apenas como exemplo. Quero que ele e todos os que agirem como ele sejam sempre penalizados. Afinal, se à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecer ser séria, o craque também precisa parecer ser craque. Precisa assumir suas responsabilidades.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Esses regulamentos...
Eu adoro campeonato de pontos corridos. Acho justo e emocionante. Mas também acho que é interessante termos torneios mais curto, disputados em outro formato, com a famosa "final".
Agora, o que não dá pra engolir são esses regulamentos dos estaduais, que inventam fórmulas mistas, como o Paulista, e não ficam nem cá, nem lá. Os campeonatos estaduais são os mais inventivos em termos de regulamento. E certamente nem sempre a principal intenção é tornar o campeonato mais atraente. Há interesses em privilegiar times do interior ou da capital, conforme o caso.
E com isso esses campeonatos vão perdendo a importância e o interesse do público.
Mas no quesito regulamento estapafúrdio vai ser difícil alguém superar o Campeonato Pernambucano. Nunca vi absurdo igual. Para se ter uma idéia, reproduzo aqui um parágrafo do que foi publicado na Gazeta Esportiva, mas vale a pena ver a obra completa: http://www.gazetaesportiva.net/campeonatos/futebol/regional/2008/pernambucano/conteudo/regulamento.php
"O Campeonato será disputado em dois turnos, sendo que o primeiro turno será realizado em duas fases, com três quadrangulares na primeira fase e três quadrangulares na segunda fase. No segundo turno serão realizados dois hexagonais, um hexagonal do título e um do descenso, de acordo com as disposições contidas nestas Normas Especiais."
Agora, o que não dá pra engolir são esses regulamentos dos estaduais, que inventam fórmulas mistas, como o Paulista, e não ficam nem cá, nem lá. Os campeonatos estaduais são os mais inventivos em termos de regulamento. E certamente nem sempre a principal intenção é tornar o campeonato mais atraente. Há interesses em privilegiar times do interior ou da capital, conforme o caso.
E com isso esses campeonatos vão perdendo a importância e o interesse do público.
Mas no quesito regulamento estapafúrdio vai ser difícil alguém superar o Campeonato Pernambucano. Nunca vi absurdo igual. Para se ter uma idéia, reproduzo aqui um parágrafo do que foi publicado na Gazeta Esportiva, mas vale a pena ver a obra completa: http://www.gazetaesportiva.net/campeonatos/futebol/regional/2008/pernambucano/conteudo/regulamento.php
"O Campeonato será disputado em dois turnos, sendo que o primeiro turno será realizado em duas fases, com três quadrangulares na primeira fase e três quadrangulares na segunda fase. No segundo turno serão realizados dois hexagonais, um hexagonal do título e um do descenso, de acordo com as disposições contidas nestas Normas Especiais."
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Denilson
Sempre achei o Denilson um jogador de muita firula e pouca objetividade. Quando surgiu no São Paulo acreditava-se que seria um craque de um quilate muito maior do que ele realmente foi. Tanto que ele foi alvo de uma milionária negociação com o Real Bétis, da Espanha. Mas nunca foi um titular absoluto na seleção, nunca foi indicado a melhor do mundo, nunca fez o sucesso que fizeram os Ronaldos, Robinho e Kaká, por exemplo.
Mas Denilson é um cara muito simpático e capaz de criar lances que empolgam, que trazem a alegria do futebol arte. Ainda que não se convertam em gols. Como aquele na Copa de 2002, quando ele arrastou quatro turcos atordoados na sua marcação, numa jogada que fez lembrar o Garrincha da Copa de 62 em jogo contra o México (se eu estiver enganada e relação a este jogo, por favor me corrijam). Só que, como o Garrincha era Garrincha, ele envolveu o dobro de marcadores.


Técnica e talento ele tem. Espero que jogue um belo futebol no Palmeiras.
Mas Denilson é um cara muito simpático e capaz de criar lances que empolgam, que trazem a alegria do futebol arte. Ainda que não se convertam em gols. Como aquele na Copa de 2002, quando ele arrastou quatro turcos atordoados na sua marcação, numa jogada que fez lembrar o Garrincha da Copa de 62 em jogo contra o México (se eu estiver enganada e relação a este jogo, por favor me corrijam). Só que, como o Garrincha era Garrincha, ele envolveu o dobro de marcadores.


Técnica e talento ele tem. Espero que jogue um belo futebol no Palmeiras.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Melhorou
Espero que os 3 x 0 contra o Guarani tenham sido realmente o início de uma nova fase para o Palmeiras e não apenas fruto da fragilidade bugrina. Esse time tem tudo para dar certo, mas é preciso acertar o gol, como o Alex Mineiro fez por três vezes nessa partida e, coincidentemente, sempre no mesmo canto.
Não pude acompanhar de perto essa rodada, mas parece que de uma maneira geral o futebol dos grandes melhorou. Palmeiras e Corinthians saíram do jejum e São Paulo e Santos fizeram um clássico cheio de gols.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Tá muito ruim!
Talvez o Palmeiras não tivesse tomado o segundo e o terceiro gols se Diego Cavalieri, e não o Marcos voltando depois de meses inativo, estivesse no gol. Talvez. Mas um time que arranca empates ou perde por pouco graças a milagres de seu goleiro é um time frágil, medíocre, provavelmente com um meio de campo sem criatividade e talento e um ataque ineficiente, como bem prova o rebaixado Corinthians do milagroso Felipe.
A campanha do Palmeiras neste Campeonato Paulista está medíocre e não condiz com os investimentos e com o marketing que foi feito em cima desse time. A esta altura o patrocinador deve estar querendo diminuir o desproporcional logotipo que estampou nas camisas palmeirenses.
Nestas sete primeiras rodadas ainda não se justificaram a troca de Caio Jr. pelo caríssimo Luxemburgo, nem as contratações de Alex Mineiro - pra mim, atacante que em sete jogos só marca em dois, pode ir pra casa -, Diego Souza, Leo Lima, Élder Granja, Lenny, Jorge Preá e Henrique.
Em sete jogos, foram duas vitórias - contra as potências do Sertãozinho e do Marília! -, dois empates e três derrotas seguidas; seis gols marcados e oito sofridos. É muito pouco para tanto investimento. Desse jeito vai ser bem difícil conseguir os títulos prometidos.
Será que é pedir muito para que jogadores profissionais treinem um pouco mais as finalizações? Que um atacante acerte o gol? Que um volante não cometa pênaltis e faltas infantis? Me irrita muito ouvir os jogadores e técnicos falando muito de "profissionalismo" na hora de renovar o contrato ou de acertar uma transferência e justificando muito pouco todo o dinheiro que ganham quando estão em campo.
A campanha do Palmeiras neste Campeonato Paulista está medíocre e não condiz com os investimentos e com o marketing que foi feito em cima desse time. A esta altura o patrocinador deve estar querendo diminuir o desproporcional logotipo que estampou nas camisas palmeirenses.
Nestas sete primeiras rodadas ainda não se justificaram a troca de Caio Jr. pelo caríssimo Luxemburgo, nem as contratações de Alex Mineiro - pra mim, atacante que em sete jogos só marca em dois, pode ir pra casa -, Diego Souza, Leo Lima, Élder Granja, Lenny, Jorge Preá e Henrique.
Em sete jogos, foram duas vitórias - contra as potências do Sertãozinho e do Marília! -, dois empates e três derrotas seguidas; seis gols marcados e oito sofridos. É muito pouco para tanto investimento. Desse jeito vai ser bem difícil conseguir os títulos prometidos.
Será que é pedir muito para que jogadores profissionais treinem um pouco mais as finalizações? Que um atacante acerte o gol? Que um volante não cometa pênaltis e faltas infantis? Me irrita muito ouvir os jogadores e técnicos falando muito de "profissionalismo" na hora de renovar o contrato ou de acertar uma transferência e justificando muito pouco todo o dinheiro que ganham quando estão em campo.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Torcer no Carnaval
Em 2006 eu fui Vai-Vai. Em 2007 fiquei dividida entre a Águia de Ouro e a Mocidade Alegre. E neste ano quem me empolgou foi a Vila Maria e mais uma vez a Mocidade Alegre. Mas sabia que a Vai-Vai podia ser a campeã, com justiça, e tenho a maior simpatia também pela Pérola Negra. Calma, você não está no blog errado, nem eu. Já vamos chegar no futebol. Descobri que no carnaval eu não sou uma torcedora de uma escola, mas sim uma admiradora do espetáculo, que se deixa levar por quem mais empolgar. Ao constatar isso, fiquei pensando como seria curioso ter essa postura em relação ao futebol, não ter um time do coração, mas a cada campeonato se deixar levar por quem jogar mais bonito.
E isso me fez lembrar uma conversa por e-mail que tive recentemente com meu pai sobre a diferença entre o torcedor racional e o passional. Meu pai é mais racional que eu (ele é sãopaulino). Eu sou absolutamente passional. E gosto disso.
Sempre me perguntaram porque eu não trabalha com jornalismo esportivo, cobrindo futebol. E eu sempre expliquei que era porque eu queria ter o direito de ser sempre absolutamente passional. Por exemplo, aqui no blog eu me calo quando o Palmeiras começa dessa maneira medíocre o Paulistão, apesar dos reforços de Alex Mineiro, Élder Granja, Lenny e Diego Souza e da chegada do Luxemburgo. Pra mim por enquanto está tudo igual ao time com o Osmar ou qualquer outro desses atacantes inúteis que passaram pelo Palmeiras nos últimos tempos. Se não me engano, aquele Kahê também estreou no time fazendo dois gols. Onde está mesmo ele agora?
Por isso, neste carnaval fui sexta e sábado ao Sambódromo, curti todas as escolas que eu quis e mal olhei o resultado do futebol. Para poder torcer por esse espetáculo de um jeito diferente.
Tá bom, confesso, me recusei a cantar ou sambar com a Gaviões.
E isso me fez lembrar uma conversa por e-mail que tive recentemente com meu pai sobre a diferença entre o torcedor racional e o passional. Meu pai é mais racional que eu (ele é sãopaulino). Eu sou absolutamente passional. E gosto disso.
Sempre me perguntaram porque eu não trabalha com jornalismo esportivo, cobrindo futebol. E eu sempre expliquei que era porque eu queria ter o direito de ser sempre absolutamente passional. Por exemplo, aqui no blog eu me calo quando o Palmeiras começa dessa maneira medíocre o Paulistão, apesar dos reforços de Alex Mineiro, Élder Granja, Lenny e Diego Souza e da chegada do Luxemburgo. Pra mim por enquanto está tudo igual ao time com o Osmar ou qualquer outro desses atacantes inúteis que passaram pelo Palmeiras nos últimos tempos. Se não me engano, aquele Kahê também estreou no time fazendo dois gols. Onde está mesmo ele agora?
Por isso, neste carnaval fui sexta e sábado ao Sambódromo, curti todas as escolas que eu quis e mal olhei o resultado do futebol. Para poder torcer por esse espetáculo de um jeito diferente.
Tá bom, confesso, me recusei a cantar ou sambar com a Gaviões.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Cadê o Dedé?
Já tivemos o Dadá, o inigualável Dadá Maravilha; tivemos o Didi, o da folha seca; temos o Dodô, o dos gols bonitos; e tivemos o Dudu, o eterno parceiro do Ademir na Academia. Cadê o Dedé? Tá faltando um Dedé no futebol brasileiro.
Luxemburgo
Perdi a aposta. Deu Luxemburgo e não Dorival Júnior, como eu supunha. Fico na torcida para que dê certo. Que o Vanderlei é um grande técnico não há dúvidas. Mas ele é realmente grande quando também é grande o elenco, como aconteceu em suas passagens anteriores pelo Palmeiras, nos tempos das vacas gordas da Parmalat. Com times medianos ele também não faz milagres. E o Palmeiras, por enquanto, tem um time mediano.
Além disso, ele tem um personalidade, no mínimo, polêmica. Com a sua vinda já perdemos nosso ídolo Edmundo. Tenho medo do seu relacionamento com o Valdívia, o craque do time, mas um rapaz que já mostrou certa imaturidade emocional. Como será que vão se dar os dois? Luxemburgo é estrela também.
E a última passagem do Luxemburgo pelo Palestra fez com que não se tenha mais confiança nele. Em 2002, na segunda rodada do Brasileirão, ele deixou o Palmeiras - que assim como hoje tinha um time mediano - para ir ao encontro do dinheiro e dos bons jogadores (Alex entre eles) que estavam no Cruzeiro. Não pensou duas vezes para abandonar um barco que ele via não ter muito futuro. E não teve mesmo. O barco afundou em 2002. E será que a água não começou a entrar exatamente com essa "fuga" do Luxemburgo?
Não se pode afirmar que o destino do clube teria sido outro se ele tivesse ficado. O "se" não joga. Mas de qualquer jeito ele ficou em dívida com o clube e com os torcedores. Tem obrigação moral de fazer um bom trabalho e trazer títulos para o Palmeiras agora.
Torçamos.
Além disso, ele tem um personalidade, no mínimo, polêmica. Com a sua vinda já perdemos nosso ídolo Edmundo. Tenho medo do seu relacionamento com o Valdívia, o craque do time, mas um rapaz que já mostrou certa imaturidade emocional. Como será que vão se dar os dois? Luxemburgo é estrela também.
E a última passagem do Luxemburgo pelo Palestra fez com que não se tenha mais confiança nele. Em 2002, na segunda rodada do Brasileirão, ele deixou o Palmeiras - que assim como hoje tinha um time mediano - para ir ao encontro do dinheiro e dos bons jogadores (Alex entre eles) que estavam no Cruzeiro. Não pensou duas vezes para abandonar um barco que ele via não ter muito futuro. E não teve mesmo. O barco afundou em 2002. E será que a água não começou a entrar exatamente com essa "fuga" do Luxemburgo?
Não se pode afirmar que o destino do clube teria sido outro se ele tivesse ficado. O "se" não joga. Mas de qualquer jeito ele ficou em dívida com o clube e com os torcedores. Tem obrigação moral de fazer um bom trabalho e trazer títulos para o Palmeiras agora.
Torçamos.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Dança das cadeiras e especulações
Começou a dança das cadeiras dos técnicos dos grandes clubes brasileiros. Pelo menos agora isso não está acontecendo no meio do campeonato e sim no final da temporada. Será um sinal de maturidade dos clubes? Espero que sim.
Mano Menezes trocou o Grêmio pelo Corinthians. Minha aposta é que ele não chega ao fim do Campeonato Paulista. Geninho vai para o Atlético Mineiro e Leão está no mercado. Assim como Dorival Júnior, que treinava o Cruzeiro. Luxemburgo aguarda o resultado das eleições santistas para definir sua vida. Caio Jr. trocou o Palmeiras pelo Goiás. Romário estréia como técnico no Vasco (e treinar pra quê, né, Baixinho?)
E no Palmeiras chovem especulações. Entre os nomes que já vi pipocar pela imprensa estão Dorival Júnior, Luxemburgo, Leão e Cuca. Eu acho que quem vai ficar é o Dorival Júnior. Que tem o mesmo perfil do Caio Jr. Tira um júnior, põe outro e fica tudo na mesma (aliás, por que será que um é "Júnior" e o outro é "Jr."?). Acho que ambos ainda são juniores mesmo como técnicos. E têm o mesmo perfil do Candinho: são simpáticos e educados, dão ótimas entrevistas, mas ficam devendo com seus times.
Meu técnico dos sonhos é o Felipão. Na impossibilidade dele, tente-se o Luxemburgo. Não deu? Quem sabe o Cuca? Também não? Tá bom, o Dorival Júnior ao menos já jogou no Verdão e é sobrinho do Dudu. Só não me venha com Leão.
Veremos no que isso vai dar. Minhas apostas estão feitas.
Mano Menezes trocou o Grêmio pelo Corinthians. Minha aposta é que ele não chega ao fim do Campeonato Paulista. Geninho vai para o Atlético Mineiro e Leão está no mercado. Assim como Dorival Júnior, que treinava o Cruzeiro. Luxemburgo aguarda o resultado das eleições santistas para definir sua vida. Caio Jr. trocou o Palmeiras pelo Goiás. Romário estréia como técnico no Vasco (e treinar pra quê, né, Baixinho?)
E no Palmeiras chovem especulações. Entre os nomes que já vi pipocar pela imprensa estão Dorival Júnior, Luxemburgo, Leão e Cuca. Eu acho que quem vai ficar é o Dorival Júnior. Que tem o mesmo perfil do Caio Jr. Tira um júnior, põe outro e fica tudo na mesma (aliás, por que será que um é "Júnior" e o outro é "Jr."?). Acho que ambos ainda são juniores mesmo como técnicos. E têm o mesmo perfil do Candinho: são simpáticos e educados, dão ótimas entrevistas, mas ficam devendo com seus times.
Meu técnico dos sonhos é o Felipão. Na impossibilidade dele, tente-se o Luxemburgo. Não deu? Quem sabe o Cuca? Também não? Tá bom, o Dorival Júnior ao menos já jogou no Verdão e é sobrinho do Dudu. Só não me venha com Leão.
Veremos no que isso vai dar. Minhas apostas estão feitas.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
CAIU!!!!
O Corinthians está na Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Na segundona. Série B. Quero ver agora todos os corinthianos que ficaram falando que série B era coisa do Palmeiras engolirem letra por letra o que falaram. E o mínimo que têm que fazer agora é conquistar o título da série B. Sem essa de dizer que "esse é um título que eu não quero". Entrou pra disputar, tem que levar. O Palmeiras foi campeão. Ou será esse mais um título que o Corinthians não vai conseguir conquistar?
Provocações à parte, o que precisamos entender é que quando um time cai, não é sua grandeza que cai, mas sim os desmandos de uma diretoria incompetente, egoísta, interesseira. Mustafá Contursi derrubou o Palmeiras. Agora Alberto Dualib derrubou o Corinthians.
Longa vida aos alvinegros na Segunda Divisão!

Foto: globo.com
Provocações à parte, o que precisamos entender é que quando um time cai, não é sua grandeza que cai, mas sim os desmandos de uma diretoria incompetente, egoísta, interesseira. Mustafá Contursi derrubou o Palmeiras. Agora Alberto Dualib derrubou o Corinthians.
Longa vida aos alvinegros na Segunda Divisão!

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