sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pouco, muito pouco

1 x 0 foi mesmo pouco. Mas pior foi o futebolzinho jogado pelo Palmeiras, um time perdido em campo, sem padrão, sem técnica, sem qualidade, ontem apenas com vontade. Dez dias de treinamento pra isso?

Danilo cuspiu na cara do zagueiro adversário Manoel. A tv mostrou claramente. Manoel ainda prestou queixa afirmando que Danilo o chamou de macaco. Não precisa nem ter feito isso, só a cusparada já é o suficiente para punições.

Estará Danilo se inspirando no professor Antonio Carlos? É num episódio com esse que poderemos ver se o Palmeiras realmente não errou ao contratar um técnico de comportamento duvidoso. Antonio Carlos terá a chance de se redimir da sua vergonhosa história se se posicionar em relação a este ocorrido de ontem. Se se omitir e colocar panos quentes, mostrará que não se arrependeu e nem aprendeu nada com o que fez. E mostrará também ao Palmeiras que foi um equívoco contratá-lo. Senão pelo baixo desempenho técnico, pelas atitudes.

Lamentável o comportamento do zagueiro e a direção do Palmeiras não pode deixar barato, tem que punir o Danilo. E punir de verdade. Aliás, começo a achar que esse zagueiro é uma laranja podre no elenco.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Valendo o semestre

Apesar de achar meio estranha essa escalação do time para hoje à noite contra o Atlético Paranaense pela Copa do Brasil, é óbvio que vou torcer muito. Mas não vou achar que 1 x 0 é goleada não, vou achar que 1 x 0 é mesmo uma vitória magra.

Hoje é a noite para o Antonio Carlos dizer a que veio. Como jogador, ele veio para ser campeão. Espero que a história se repita.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Baile dos mascarados

Que os meninos do Santos estão jogando o fino, estão. Mas que estão mascarados demais, ah, isso estão mesmo. Essas dancinhas - jeito menos espontâneo do mundo de se comemorar um gol - também já deram o que tinham que dar.

E pega até mal ficar comemorando tanto essas goleadas em cima de cachorro morto. Porque do Palmeiras não ganharam. Do Corinthians ganharam de pouco e contra o São Paulo acabaram de passar sufoco.

Por isso não devia ficar com dancinha pra cima de Naviraiense, Guarani, Ituano e cia. Claro que tem que golear. E os gols têm sido mesmo belíssimos. Mas sem máscara seriam ainda mais empolgantes.

domingo, 11 de abril de 2010

Torcendo com o inimigo

Eu cresci ouvindo que "Corinthians é rival e São Paulo é inimigo" (apesar de ser filha de um "inimigo"...). É a velha história da época da guerra, quando o São Paulo quis acabar com o Palestra Itália para ficar com o Parque Antártica a preço de banana. E realmente eu não nutro simpatia alguma pelo time do Jardim Leonor. Não me lembro de alguma vez na vida ter torcido por ele, nem no caso de uma vitória sua favorecer o Palmeiras.

E nem será hoje que eu torcerei "pelo São Paulo", assim tão diretamente. Mas que vou torcer pro Santos perder, ah, isso vou.

Por que? Simples, porque esses meninos da Vila, que realmente jogam um futebol maravilhoso, precisam de um banho de humildade.

Foi deplorável o episódio da não entrega dos ovos de Páscoa no Lar Espírita. Assim como foi deplorável ver o Robinho em entrevista, ao ser questionado se não estaria sem jogar na verdade por falta de pagamento e não por contusão, responder que não, que o pagamento estava em dia e dizer literalmente: "o pouquinho que eu ganho o Santos pagou direitinho". Esse menino, que não fez sucesso na Europa, tem muito o que aprender na vida.

Por isso eu espero que o Santos perca hoje. E na semana que vem. E que esses meninos tirem alguma lição da derrota. Para o bem deles, do Santos e do futebol.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nuvens negras


Parece que as nuvens negras resolveram mesmo estacionar sobre o Palestra Itália. Não bastasse o final melancólico de campeonato brasileiro, tivemos agora o segundo pior desempenho da história em um campeonato paulista (11ª colocação, como em 1968), ficando atrás apenas da campanha de 1980. E isso me dá medo, muito medo. Qualquer coisa que lembre o Palmeiras dos anos 80, dos anos da longa fila, amedronta.

É difícil entender o que acontece atualmente. Ou tem algo muito podre nos bastidores ou é mesmo caveira de burro enterrada lá no Parque Antártica. Racionalmente e com o que é divulgado pela imprensa, não há o que justifique tamanha mediocridade.

No próximo dia 15 o Palmeiras fará o seu "jogo do ano". Ou vence - e muito bem - o Atlético Paranaense e mantém vivas as chances de continuar na Copa do Brasil ou mergulha de cabeça numa crise como poucas vezes terei visto antes.

Esperemos para ver o que acontecerá. E rezemos.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Juninho Paulista

Ele iniciou a carreira no Ituano, com uma vitória sobre a Inter de Limeira, em 1992 e encerrou dia 7 de abril de 2010, no Ituano, com uma vitória de virada sobre a Portuguesa por 3 x 2, com o primeiro gol do Ituano, o da reação, feito por ele.

Entre uma coisa e outra, jogou no São Paulo, no Middlesbrough, no Atlético de Madrid, no Vasco, no Flamengo e no Palmeiras.

Foi campeão da Libertadores, Mundial Interclubes e campeão do mundo na Copa de 2002, pra ficar só nas principais conquistas.

Ontem saiu do gramado em lágrimas, emocionado por ter terminado a carreira de cabeça erguida, salvando o seu Ituano do rebaixamento no Paulista.

E me levou às lágrimas também. Não tem jeito, eu me emociono pacas com essas coisas do futebol.

Valeu, Juninho Paulista. Boa sorte na nova vida de cartola.

Foto: Léo Pinheiro/Futura Press

sexta-feira, 12 de março de 2010

Vitor na lateral direita

Confesso que acho que mais uma vez o Palmeiras não fez um bom negócio ao trazer o lateral direito Vitor, do Goiás. Não que estejamos muito bem servidos no setor, mas algumas coisas me incomodam nessa negociação.

A primeira é incluir o Wendel (por empréstimo) na troca. O Wendel não é e nunca será craque. Não é nem titular. Mas é um jogador regular, que atua em mais de uma posição (na lateral direita, no meio, como volante e até na lateral esquerda ele já jogou) e por isso se torna um reserva importante para o grupo. Sinceramente, se o Vitor vem para ser titular, que fosse o Figueroa para o Goiás.

A outra coisa é que no time que disputou a Copa São Paulo estavam dois bons laterais, que, inclusive, trocavam de lado em alguns momentos do jogo, confundindo bastante a marcação adversária, jogavam entrosados: Gabriel Silva pela esquerda e Luis Felipe pela direita. O Gabriel já subiu para o time principal. Por que não subir com ele o Luis Felipe também?

Ou vão deixar o Luis Felipe sair como saiu o Ilsinho ou como saiu o Elias, hoje peça fundamental no arquirrival?

As contratações alviverdes têm sido assim e o Figueroa também vinha para resolver todos os nossos problemas na lateral direita. Mas não vingou. Se no Brasil há o fenômeno de leis que pegam e leis que não pegam, no Palmeiras há jogadores que vingam e os que não vingam. E o mais incrível é que até jogadores consagrados (e técnicos...) são capazes de não vingar no Palmeiras.

O tempo dirá se Vitor vingará ou não. Mas se fosse eu, ia de Luis Felipe.
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Atualização: acabo de ver no site do Palmeiras que são mesmo três jogadores que irão por empréstimo para o Goiás, na transação pelo Vitor, mas que apenas Deivyd Sacconi está confirmado. Os outros dois nomes estão em negociação entre as diretorias. Espero que o Wendel caia fora dessa lista que vem sendo divulgada pela imprensa. E espero que o Vitor justifique sua contratação. Mas que eu dava uma chance pro Luis Felipe, eu dava...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Palpite

Sei não, mas acho que haverá um "Real Madrid" na Libertadores.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sufoco demais

E quando eu começava a ter certeza de que havíamos chegado ao fundo do poço, eis que surge o gol salvador no último minuto. Mas sofrer desse jeito para ganhar do Sertãozinho, se não é o fundo do poço, é algo muito próximo disso.

Algo muito errado está acontecendo. E enquanto esses erros ou essa podridão não vierem à tona, acho difícil uma melhora de fato. O que será que nosso presidente, que se ofendeu quando o Palmeiras foi chamado de quarta força do futebol paulista, diz sobre o time que perde para o Rio Branco, para o Santo André e ganha do Sertãozinho no sufoco?

Não aguento mais sofrer. E, como clássico é clássico, bem que o Palmeiras podia acabar com essa invencibilidade do Santos no domingo, só pra gente se animar um pouco!

terça-feira, 2 de março de 2010

Corintiano não!

Preciso conhecer esse cachorro!