terça-feira, 26 de agosto de 2008

Votação no Palmeiras

Dia 30/8, sábado, vai ter votação da Assembléia Geral de Sócios no Palmeiras para aprovação da mudança estatutária que permitirá a construção da Arena Palestra Itália, um passo importante do clube rumo à modernidade. O site oficial do Palmeiras tem farto material que justifica o voto a favor da construção. Mas para mim, o argumento inquestionável é: o Mustafá é contra. Se ele é contra, eu sou a favor. Cada vez tenho mais certeza de que ele é corintiano.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Momento olímpico

Não estava querendo entrar no campo das Olímpiadas, nem pra falar do futebol, mas não resisto e tenho que perguntar: mas, afinal, por que seria tão importante ser uma "potência olímpica"? O que ganharíamos com isso além do fato em si? Afinal, países como Dinamarca, Suiça, Finlândia, Suécia e Bélgica ficaram atrás de nós no quadro de medalhas enquanto Jamaica, Quênia e Etiópia ficaram à nossa frente. Será que o investimento feito em esportes capaz de dar seis medalhas de ouro à Jamaica garante crianças mais saudáveis que as suecas, por exemplo? O que o país ganha com isso além de medalhas a mais?

Veja o quadro de medalhas de Pequim 2008.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Bola prum lado, goleiro pro outro!

A Camila gentilmente me mandou o vídeo e vocês agora podem curtir a magistral cobrança de pênalti e a vibração da torcida do Boa no jogo Ituano X Ituiutaba.


sábado, 16 de agosto de 2008

Vai entender

Alguém pode me explicar porque o Palmeiras emprestou o bom e regular Wendel para o Santos?
Para o jogo contra o Coritiba, Elder Granja está suspenso. O tal do Fabinho Capixaba tem "problemas na marcação", ou seja, insuficiência técnica. Quem poderia entrar ali? Wendel, o volante que atua muito bem também pela lateral direita...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A força da grana que ergue e destrói coisas belas

O inevitável e previsível aconteceu: Valdívia não joga mais pelo Palmeiras. Já estamos acostumados com esse êxodo de craques, mas o que muito me entristece é ver o Valdívia levar o seu belo futebol para um time dos Emirados Árabes. Nada contra os árabes! Muito ao contrário. Mas futebolisticamente falando, o mundo árabe é um zero à esquerda. Ou seja, o craque não vai levar seu futebol para campos onde o nível técnico é mais elevado e os campeonatos mais competitivos, como acontece na Itália, na Espanha ou na Inglaterra. Ele leva seu futebol para onde o nível financeiro é mais elevado.

Dizem que é um bom negócio para o Palmeiras, que teve um ótimo lucro com o Valdívia. Para mim o lucro foi pouco, apenas um campeonato paulista. Se o critério começar a ser apenas esse da grana, vou passar a torcer pela Sociedade Esportiva Bovespa.

domingo, 10 de agosto de 2008

Fortes emoções na série C

"Apelou, perdeu. Apelou, perdeu"; "Vai embora, vai embora"; "Vamo vê, vamo vê"; "Não pára, não pára, não pára"; "Aqui tem um bando de louco, louco por ti Boa", "Puta que o pariu, é o melhor goleiro do Brasil". Foi assim, em meio a gritos de guerra que mais pareciam torcida de escola ou que era "roubados" de outros times - mas sinceramente apaixonados - que eu assisti ao meu primeiro jogo da série C.



Hoje fui ao estádio Dr. Novelli Jr., em Itu, assistir a Ituano x Ituiutaba. Achei que nem fosse ter torcida visitante, mas lá estava a Corujão do Pontal, com 40 pessoas. Contando com o meu grupo de 4 pessoas (dois palmeirenses, uma sãopaulina e um corintiano, ou seja, uma rara oportunidade para assistirmos a um jogo juntos) e com mais um pai com duas garotinhas, tínhamos o total de 47 pessoas torcendo pelo Boa. O Ituano conseguiu levar ao estádio umas 200, 250 pessoas no máximo.














O primeiro tempo foi muito bom. O Boa saiu na frente com um gol depois de uma cobrança de falta. O Ituano chegou ao empate, mas logo o Ituiutaba voltou à frente com um gol de pênalti. E antes de terminar o primeiro tempo ainda houve tempo para mais um gol do Boa e para a explosão da torcida.















O segundo tempo não teve gols e a jogada mais marcante foi uma bicuda pela lateral dada por um jogador do Ituano que jogou a bola para fora do estádio.

Eu era a única pessoa que não era de Ituiutaba que estava com a camisa do Boa, por isso, despertamos uma curiosidade enorme nos torcedores organizados. Como o time ganhou, fomos considerados pé quente e fomos até aplaudidos quando fomos embora. Nunca imaginei que fosse ser aplaudida em um estádio um dia!

Adorei a experiência de ir ver um jogo da série C. E espero que o Boa volte logo pra estes lados para poder cantar de novo "Olê, olê, olê, olê, Boa, Boa".


Fico devendo a postagem de um vídeo com a cobrança do pênalti, o que farei assim que a Camila, minha amiga sãopaulina (mas também torcedora do Marília que já está se preparando para a série C...), me mandar o arquivo. ;-)

Leia aqui os detalhes e a ficha técnica da partida.

P.S.: O Galeano estava em campo, mas confesso que nós nem percebemos.

Separados no nascimento

Se está na piscina, é o Phelps, certo?


Errado, esse aí em cima é mesmo o Carlitos Tevez. Phelps, é claro, tem uma medalha de ouro.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Verdadeiro verde

Finalmente o uniforme do Palmeiras volta ao seu verdadeiro verde. Chega de invenções como a camisa listrada da era Parmalat, como os recentes tons de verde "inovadores" que andaram aparecendo por aí. O verdadeiro verde do Palmeiras é o verde-esmeralda (tanto que os palmeirenses, principalmente para os mais antigos, são chamados também de esmeraldinos).

Sabiamente a Adidas resolveu honrar as tradições e lançou o novo uniforme com o verdadeiro verde-Palmeiras. Claro que seria muito melhor se o nome do patrocinador não fosse tão absurdamente grande, mas em tempos de futebol comercial, voltar à cor original já é um começo...

Acho que os clubes deveriam começar a proteger um pouco mais as suas camisas. Afinal, todo mundo que gosta de futebol sabe que camisa pesa, que camisa ganha jogo. Ora, se a camisa é tão importante assim, deveria ser tratada com mais cuidado. Adoraria ver o Palmeiras (e todos os clubes, na verdade) fazendo um manual de aplicação de marca. Toda grande marca tem um. Por que o Palmeiras não tem se é uma grande marca? Tem que regulamentar o tom do verde, as várias aplicações do escudo, o espaço ocupado pelo patrocinador na camisa e por aí vai. E quem tem que definir isso é o clube e não o patrocinador ou o fornecedor de uniforme.

Espero que os clubes, e principalmente o Palmeiras, comecem a tratar as suas camisas com mais carinho e não só com interesses comerciais.

domingo, 6 de julho de 2008

Puro comércio

Acabei de assistir a Atlético MG 1 x 1 Palmeiras e enquanto via o jogo estava pensando nessas novas contratações do Palmeiras: Jeci, Fabinho Capixaba, Gladstone e Jefferson. Não é possível que entre os juvenis do Palmeiras não tenha jogadores que joguem essa bolinha que eles jogam. E o Palmeiras B, serve pra quê? Não é pra revelar jogador também? Não tem um Jeci ou um Jefferson no Palmeiras B? Claro que tem. Tanto no Palmeiras B, quanto nos juvenis. Mas se subir esses jogadores para o time principal ninguém ganha dinheiro com isso. O negócio é comprar e vender jogador. Sobra grana pra todo mundo.

Nessas horas eu me sinto uma completa idiota. Mas o pior é que não tem mais jeito, nem essa consciência me livra da paixão pelo futebol.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Não é possível

Júlio Baptista com a camisa 10 da seleção? Júlio Baptista?? Não! Jú-li-o Bap-tis-ta com a camisa que já foi de Pelé, Zico, Raí, Rivaldo? Não, não é possível. O Dunga está indo longe demais.